sábado, 15 de outubro de 2011
Há tempos são os jovens que adoecem...
Saudades de um cara que embalou com simplicidade, o sonho de se ouvir honestidade.
quarta-feira, 12 de outubro de 2011
Novo trabalho da Banda Renegados...
Antecipei aqui no blog e agora tá saindo o novo trabalho da Banda Renegados.
Vale muito chegar junto.
Confira:
Vale muito chegar junto.
Confira:
quinta-feira, 6 de outubro de 2011
Martin Scorcese - Biografia de George Harrison
Martin Scorcese retorna ao universo das biografias musicais. Ele já havia dirigido uma sobre Bob Dylan, para mostrar agora seu documentário sobre o ex-Beatle George Harrison. O filme faz parte do festival do Rio 2011.
Valendo-se de depoimentos de amigos e conhecidos de George, como Eric Clapton, Terry Gillian, Paul McCartney e Ringo Starr, Jeff Lynne, entre outros, o diretor mostra a trajetória de Harrison desde o começa de sua carreira, passando pelo fim dos Beatles, sua carreira solo, até o seus últimos anos de vida.
Valendo-se de depoimentos de amigos e conhecidos de George, como Eric Clapton, Terry Gillian, Paul McCartney e Ringo Starr, Jeff Lynne, entre outros, o diretor mostra a trajetória de Harrison desde o começa de sua carreira, passando pelo fim dos Beatles, sua carreira solo, até o seus últimos anos de vida.
quinta-feira, 15 de setembro de 2011
quarta-feira, 14 de setembro de 2011
Novo album do Yes... “Fly From Here”
20º trabalho de estúdio da banda de rock progressivo que já sofreu várias alterações em sua formação inicial.
sexta-feira, 19 de agosto de 2011
terça-feira, 18 de janeiro de 2011
domingo, 16 de janeiro de 2011
Florbela e Raimundo
Longe de ti são ermos os caminhos,
Longe de ti não há luar nem rosas,
Longe de ti há noites silenciosas,
Há dias sem calor, beirais sem ninhos!
Meus olhos são dois velhos pobrezinhos
Perdidos pelas noites invernosas...
Abertos, sonham mãos cariciosas,
Tuas mãos doces, plenas de carinhos!
Os dias são Outonos: choram... choram...
Há crisântemos roxos que descoram...
Há murmúrios dolentes de segredos...
Invoco o nosso sonho! Estendo os braços!
E ele é, ó meu Amor, pelos espaços,
Fumo leve que foge entre os meus dedos!...
Longe de ti não há luar nem rosas,
Longe de ti há noites silenciosas,
Há dias sem calor, beirais sem ninhos!
Meus olhos são dois velhos pobrezinhos
Perdidos pelas noites invernosas...
Abertos, sonham mãos cariciosas,
Tuas mãos doces, plenas de carinhos!
Os dias são Outonos: choram... choram...
Há crisântemos roxos que descoram...
Há murmúrios dolentes de segredos...
Invoco o nosso sonho! Estendo os braços!
E ele é, ó meu Amor, pelos espaços,
Fumo leve que foge entre os meus dedos!...
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sábado, 15 de janeiro de 2011
H. C. Pinheiro diz o que pensa no Musicadaboa
Acho que a polêmica entre se uma mulher é "presidente" ou "presidenta" deve girar mais em torno da gramática do que do campo legal. Penso também que se deve tratar a ocupante do cargo segundo as leis da língua mater independentemente da vontade de quem quer que seja.
Vejam abaixo a perspectiva de H. C. Pinheiro a respeito:
Alberto de Oliveira.
Às leis todos devem obediência.
Jamais dela alguém está acima.
E que delas ninguém jamais se exima.
Pra mostrar verdadeira ascendência.
Toda sua força e toda prepotência.
Porque das leis ninguém nunca se isenta
Nossa língua não tem qualquer ementa
E que se deixe de falar besteira.
Mesmo que a senhora Dilma queira,
Não será do país sua “presidenta”.
À Gramática deve-se respeito.
Deturpá-la não se pode fazer.
Não importa quem seja: A ou Z.
Mesmo que não se goste do seu jeito
Porque esse conjunto de preceito
Serve de guia e ele nos orienta
E sem ele haveria uma tormenta.
“Presidenta”! Uma gafe bem grosseira.
Mesmo que a senhora Dilma queira,
Não será do país sua “presidenta”.
Por seus atos ninguém no Brasil pensa
Trocar letra traz muita conseqüência
Porém, não é por falta de advertência
Estudar já não mais aqui compensa
Da Gramática regra se dispensa.
Haverá, no Brasil, logo “estudanta”
As empresas terão “representanta”
Ficará língua sem eira nem beira.
Mesmo que a senhora Dilma queira,
Não será do país sua “presidenta”.
Novo acordo ortográfico não previa,
E com língua ninguém pode brincar,
Depois o povo é quem vai pagar,
Com o idioma fazer essa orgia.
Presidente zelar por ela devia.
Nós teremos agora até “geranta”.
Amanhã haverá também a clienta.
Só espero que seja passageira
Mesmo que a senhora Dilma queira,
Não será do país sua “presidenta”.
HENRIQUE CÉSAR PINHEIRO
FORTALEZA, JANEIRO/2011.
Vejam abaixo a perspectiva de H. C. Pinheiro a respeito:
Alberto de Oliveira.
Às leis todos devem obediência.
Jamais dela alguém está acima.
E que delas ninguém jamais se exima.
Pra mostrar verdadeira ascendência.
Toda sua força e toda prepotência.
Porque das leis ninguém nunca se isenta
Nossa língua não tem qualquer ementa
E que se deixe de falar besteira.
Mesmo que a senhora Dilma queira,
Não será do país sua “presidenta”.
À Gramática deve-se respeito.
Deturpá-la não se pode fazer.
Não importa quem seja: A ou Z.
Mesmo que não se goste do seu jeito
Porque esse conjunto de preceito
Serve de guia e ele nos orienta
E sem ele haveria uma tormenta.
“Presidenta”! Uma gafe bem grosseira.
Mesmo que a senhora Dilma queira,
Não será do país sua “presidenta”.
Por seus atos ninguém no Brasil pensa
Trocar letra traz muita conseqüência
Porém, não é por falta de advertência
Estudar já não mais aqui compensa
Da Gramática regra se dispensa.
Haverá, no Brasil, logo “estudanta”
As empresas terão “representanta”
Ficará língua sem eira nem beira.
Mesmo que a senhora Dilma queira,
Não será do país sua “presidenta”.
Novo acordo ortográfico não previa,
E com língua ninguém pode brincar,
Depois o povo é quem vai pagar,
Com o idioma fazer essa orgia.
Presidente zelar por ela devia.
Nós teremos agora até “geranta”.
Amanhã haverá também a clienta.
Só espero que seja passageira
Mesmo que a senhora Dilma queira,
Não será do país sua “presidenta”.
HENRIQUE CÉSAR PINHEIRO
FORTALEZA, JANEIRO/2011.
quinta-feira, 6 de janeiro de 2011
Baião de dois com Jerimum
Pouca gente conhece a música de Fausto Nilo, Coração Condenado. No video abaixo uma surpresa: Fausto e Núbia Lafayete cantam juntos.
Colaboração do amigo Fernando Araújo.
Colaboração do amigo Fernando Araújo.
quarta-feira, 8 de dezembro de 2010
sábado, 4 de dezembro de 2010
Poesiadaboa no Musicadaboa
É sempre assim;
acontece de novo o que aconteceu outro dia:
outros olhos, outro azul e o mesmo novo
de novo o mesmo.
Uns e outros, uns dos outros e todos sempre
outros mesmos de sempre...
É sempre assim;
“viva!” em profusão...
personificação de ilusões atordoadas.
parada onde está, andando, correndo sem parar,
vive a vida a mangar do mau gosto que é
esconder-se para ser um outro lugar...
É sempre assim;
uma nova idéia devassada de novo
– As palavras morrem de ciúmes!
Novamente, “nova-mente”.
algum álibi? muito menos
prova de que é nova e de novo
mente...
É sempre assim, e assim será:
Um novo fim para o sempre novo
assim de mim.
Eduardo guilherme – assimdemim -
acontece de novo o que aconteceu outro dia:
outros olhos, outro azul e o mesmo novo
de novo o mesmo.
Uns e outros, uns dos outros e todos sempre
outros mesmos de sempre...
É sempre assim;
“viva!” em profusão...
personificação de ilusões atordoadas.
parada onde está, andando, correndo sem parar,
vive a vida a mangar do mau gosto que é
esconder-se para ser um outro lugar...
É sempre assim;
uma nova idéia devassada de novo
– As palavras morrem de ciúmes!
Novamente, “nova-mente”.
algum álibi? muito menos
prova de que é nova e de novo
mente...
É sempre assim, e assim será:
Um novo fim para o sempre novo
assim de mim.
Eduardo guilherme – assimdemim -
quinta-feira, 2 de dezembro de 2010
Poeta Dilson Pinheiro e Nonato Luiz...
Algumas misturas produzem efeitos mágicos. Poesia com música então...
Um dos maiores divulgadores e apoiadores dos artistas e da música de cá de nossas bandas, Dilson é um artista generoso e ímpar.
Abaixo , uma homenagem que Dilson fez em formato de cordel a outro grande artista da "Terrinha do Sol", Nonato Luiz.
Nosso Nonato
e agora vem nonato
pra nos encher de emoção
um com o outro acostumado
que causa até confusão
eu me confundo de fato
se o violão é nonato
ou se nonato é violão
nosso nonato luiz
que solta acordes tão finos
seus dedos são bailarinos
deslizando no verniz
vai misturando a raiz
do erudito ao popular
quem o escuta tocar
sente logo coração
vibrar de tanta emoção
tocando junto também
esse dom só ele tem
de ser gente e violão
Dilson Pinheiro
Pra ilustrar as palavras de Dilson:
Concerto Mariano 2008 - "Ave Maria de Gounod" - Nonato Luiz.
Paróquia do Cristo Rei - Fortaleza, Ce.
Mais sobre Nonato Luiz em:
http://musicadaboa-boa.blogspot.com/2009/04/violao-puro-e-nosso-nonato-luis.html
Um dos maiores divulgadores e apoiadores dos artistas e da música de cá de nossas bandas, Dilson é um artista generoso e ímpar.
Abaixo , uma homenagem que Dilson fez em formato de cordel a outro grande artista da "Terrinha do Sol", Nonato Luiz.
Nosso Nonato
e agora vem nonato
pra nos encher de emoção
um com o outro acostumado
que causa até confusão
eu me confundo de fato
se o violão é nonato
ou se nonato é violão
nosso nonato luiz
que solta acordes tão finos
seus dedos são bailarinos
deslizando no verniz
vai misturando a raiz
do erudito ao popular
quem o escuta tocar
sente logo coração
vibrar de tanta emoção
tocando junto também
esse dom só ele tem
de ser gente e violão
Dilson Pinheiro
Pra ilustrar as palavras de Dilson:
Concerto Mariano 2008 - "Ave Maria de Gounod" - Nonato Luiz.
Paróquia do Cristo Rei - Fortaleza, Ce.
Mais sobre Nonato Luiz em:
http://musicadaboa-boa.blogspot.com/2009/04/violao-puro-e-nosso-nonato-luis.html
terça-feira, 30 de novembro de 2010
O som progressivo de Mike Oldfield
Mike Oldfield - Montreux 1981 - Ommadawn parte 1 de 3.
Mike Oldfield - Montreux 1981 - Ommadawn parte 2 de 3.
Mike Oldfield - Montreux 1981 - Ommadawn parte 3 de 3.
Mike Oldfield - Montreux 1981 - Ommadawn parte 2 de 3.
Mike Oldfield - Montreux 1981 - Ommadawn parte 3 de 3.
domingo, 28 de novembro de 2010
quarta-feira, 24 de novembro de 2010
Poesia da boa no Musicadaboa
Enviada por um amigo que se quer anônimo:
Por você
Há pouco, a tempestade... por ver
Ontem, a felicidade... por ter
Hoje, a tristeza do perder
Ainda assim, meu amor... por você
Nas ruas, o perfume... por saber
Na boca, o fel... de não poder
O coração, mais forte... por quê?
Tudo, por mais querer
No horizonte, a esperança... de rever
Amanhã, simplesmente viver
No peito?
Ah! No peito... todo o meu sofrer
Por você
Há pouco, a tempestade... por ver
Ontem, a felicidade... por ter
Hoje, a tristeza do perder
Ainda assim, meu amor... por você
Nas ruas, o perfume... por saber
Na boca, o fel... de não poder
O coração, mais forte... por quê?
Tudo, por mais querer
No horizonte, a esperança... de rever
Amanhã, simplesmente viver
No peito?
Ah! No peito... todo o meu sofrer
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