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quinta-feira, 8 de abril de 2010

Deu no Clarin

Por ocasião do recente episódio entre Maradona e sua cadela, um jornalista hermano escreveu: "É imperativo saber do estado de saúde do animal".

segunda-feira, 29 de março de 2010

Pra ver futebol, tem que ver a novela global antes...

Leiam o que escreveu o cordelista H. Cesar Pinheiro.

Poderosa e também bastante rica,
A família Marinho, do Brasil,
Fez, que no hino se diz varonil,
Um país onde a lei dela se aplica.
Nossa hora pra dormir especifica
Pois assim é que ficou estipulado
Tudo na TV já foi programado
Nem que haja um grande quiproquó
Jogo de Futebol começa só
Se a novela tiver já terminado.

Não importa se findo na madrugada
Se não há segurança nem transporte
Para quem vai à praça de esporte
A pé volta pra casa, na calada
E bem cedo vai para outra jornada
Sem dormir e bastante enfadado
Pois do jogo chegou tarde, cansado.
Torcedor que vai lá pro cafundó.
Jogo de Futebol começa só
Se a novela tiver já terminado.

Com poder e bastante persuasão
O horário muda a seu bel prazer
Antes quando não havia a TV
Próprio povo fazia programação
Futebol vivia sem televisão.
Bem melhor, mais bonito, bem jogado,
Rivelino, Pelé muito endiabrado.
Hoje com perna de pau que dá dó
Jogo de Futebol começa só
Se a novela tiver já terminado.

Desrespeito com o povo é geral.
Não só com quem vai ver o futebol
Povo devia era tem semancol
Boicotar todo o programa global
Do tal Big Brother à Zorra Total
Que o Ibope deles fique zerado
E o povo passe a ser respeitado
Boicotar sem ter pena e nem dó
Jogo de Futebol começa só
Se a novela tiver já terminado.

Até nos jogos fora do Brasil
As novelas da Globo marcam a hora
Determinam o horário que vigora
País da Rede virou um covil
Isso no mundo nunca ninguém viu.
Mas se um projeto for aprovado
Pela Câmara e pelo Senado
Sancionado por nosso faraó
Jogo de Futebol será melhor
Se à Globo não for mais atrelado.

A São Paulo dou os meus parabéns
Por aprovar lei com destemor
Os edis foram do povo a favor.
Depois do jogo usa os trens
Pode voltar pra casa bem.
À meia noite o jogo foi acabado
E o projeto há de ser sancionado
Se o horário vier a ser um só
Jogo de Futebol será melhor
Se à Globo não for mais atrelado.


HENRIQUE CÉSAR PINHEIRO
FORTALEZA, MARÇO/2010.

quinta-feira, 10 de dezembro de 2009

Angelim, melhor zagueiro do Brasil.



A história de Ronaldo Angelim ou simplesmente Angelim seria a mesma de muitos garotos que, com suas famílias partiram do Nordeste em busca de melhores condições de vida. No entanto, a história do zagueiro começa a diferir das demais a partir do momento em que sua família decide regressar de São Paulo para o seu estado de origem.

Ronaldo Angelim cresceu e criou-se no Ceará. Lá, o ainda jovem e talentoso jogador conciliava os treinos no modesto Icasa com atividades que visavam ajudar o sustento da sua humilde família. Dentre outros afazeres, Ronaldo Angelim cavava poços artesianos e trabalhava como agricultor.

No clube de Juazeiro do Norte, o zagueiro esteve desde 1996 até 1999, quando aquele clube passou por um dos momentos mais delicados da sua história, tendo inclusive que mudar seu nome para fugir de dívidas que poderiam decretar sua falência.

Em 1999 Angelim chegou ao Ceará, tradicional clube da capital cearense. Suas boas atuações promoveram um retorno do atleta às terras paulistas. Em 2000, o Ituano vislumbrou em Angelim o xerife que faltava para comandar a zaga da equipe que disputaria a Terceira Divisão do Campeonato Brasileiro daquele ano.

Com poucas oportunidades o zagueiro voltou um ano mais tarde para Fortaleza, desta vez para defender o clube homônimo e foi no Fortaleza Esporte Clube que Angelim ganhou projeção.

Conhecido pela habilidade no desarme de atacantes, Angelim conduziu a equipe cearense de volta a primeira divisão do Campeonato Brasileiro de 2005 com um gol salvador a quinze minutos do fim de uma decisiva partida, o que lhe concedeu status de ídolo naquele clube.

Em 2006 foi contratado pelo Flamengo para o início da temporada e ajudou o clube a conquistar a Copa do Brasil.

Estreou no rubro-negro no dia 2 de fevereiro daquele ano na vitória por 4 a 2 sobre o Americano no Maracanã pelo Campeonato Carioca. Neste jogo marcou um de seus muitos gols pelo Flamengo.

Se no ínicio o jogador foi contestado pela torcida e viu as oportunidades se esvaírem, com a chegada de Fábio Luciano, Angelim se firmou na zaga rubro-negra e não mais perdeu a condição de titular, nem mesmo com a chegada de medalhões como o badalado zagueiro Rodrigo e o experiente Leonardo.

Atualmente Ronaldo Angelim é um dos ídolos da torcida rubro-negra e pauta sua carreira pela humildade. Suas atuações costumam ser decisivas e sua disciplina essencial para o baixo número de faltas e melhor desenvolver do limpo futebol que tem sido praticado pelo grande zagueiro.

Em 2009 perdeu o seu companheiro de zaga Fábio Luciano, que se aposentou, e teve uma fase complicada devido a falta de experiência dos seus companheiros de zaga. Mas com a chegada do zagueiro Álvaro reencontrou o seu verdadeiro futebol e foi um dos grandes nomes na campanha do título do Campeonato Brasileiro 2009 ao marcar o gol do título na partida contra o Grêmio.

Fonte: Flapedia.

sábado, 31 de outubro de 2009

Pérola do futebol novinha em folha...

Vasco 1 x Bahia 0. Segundo turno, campeonato brasileiro 2009, série B.


Repórter : E aí, Bebeto, no segundo tempo partir para cima do Vasco, pois o Bahia está precisando de ponto...
Bebeto: É tomamos um gol pela falta de atenção ali do nosso zagueiro. Vamos agora para o intervalo e o professor vai conversar com nós. No segundo tempo nós voltamos com tudo para cima do Vasco. Primeiro a gente faz um gol e depois o outro para vencer a partida.

Será que ele queria fazer os dois gols de uma só vez? A regra aceitaria se fosse possível fazer?



Colaboração: H. Cesar Pinheiro.

quinta-feira, 8 de outubro de 2009

Peripécias futebolísticas de H. C. Pinheiro.

O Marcos, atual goleiro do Palmeiras, contou que certa vez estava na janela de seu apartamento, quando ainda não jogava futebol, e ia passando dois caras num Monza. Um dirigindo e outro empurrando. Nada do carro pegar. Ele com pena dos dois sujeitos, chamou um amigo e foi dar uma força. Empurraram o Monza. Quando o carro pegou, os sujeitos agradeceram e foram embora. Daí a pouco surge um senhor e pergunta se eles não viram passar um Monza ali na rua. Marcos, sem jeito e com vergonha de dizer que tinha ajudado aos ladrões, respondeu que não.

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Garrincha certa vez veio jogar aqui em Fortaleza, pelo Botafogo. Inclusive, para quem não sabe, chegou a jogar meio tempo pelo Leão. À noite ele estava na porta do hotel e observou que havia dois bares, um próximo do outro. Um repleto de fregueses, o outro totalmente vazio. Aí ele olhou para o Nílton Santos, seu comprade e disse: "vou dar uma mãozinha ao dono daquele outro bar." Se mandou para o bar e quando chegou, os fregueses do bar que estava lotado viram o Garrincha e logo se mudaram para o outro.

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O Paulo Barros, um amigo de infância, foi um dos maiores centro-avantes que já marquei e vi jogar. Não foi profissional porque a "mardita" cachaça acabou com o futebol dele muito cedo. No começo da década de setenta era chamado de Tostãozinho, dada a categoria do cara. Para se ter uma ideia do futebol dele, o Luciano Pacoti era seu reserva num time ali da rua da Cachorra Magra, hoje Marechal Floriano.

Certa vez fomos jogar em Messejana, num campo perto da casa de um tio meu. O Paulo foi para um time e eu para o outro. Ele de centro-avante e eu de beque central, minha velha posição. Num lance o Paulo partiu para cima de mim, eu entrei de uma vez e levei aquele drible, passei direto. Puto de raiva, voltei e fui de novo de uma vez, levei outro. Nisso, parece conta de mentiroso, tomei sete dribles o último cai sentado. O Paulo escolheu o canto e fez o gol como quis.

Lá na Messejana ficou conhecido como o jogador Cão.

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Eu também tive meus dias de glória. Fui jogar pelo Cearezinho contra o Cruzeiro, ambos da Cidade dos Funcionários. O Cearazinho tinha seu campo onde hoje é o prédio do IPEC, que o Tasso deu. O Cruzeiro ficava lá perto do Iprede.

Jogo vai, jogo vem. O Paulo, não sei porque foi apitar. Num lance, o jogador do Cruzeiro partiu para cima de mim com a bola dominada e eu o desarmei facilmente. Aí outro jogador do time deles comentou: "Pra passar por este zangueiro é preciso ter muita elegância." E fiquei sendo chamado de Elegante no nosso time.



Henrique César Pinheiro

terça-feira, 22 de setembro de 2009

Mais curiosidades futebolísticas...

HELENO DE FREITAS

Heleno de Freitas foi um dos maiores craques do futebol brasileiro. Bom de bola, porém cheio de problemas na vida particular. Certa vez, contratado pelo Vasco da Gama, deixou o treino logo após terminada a primeira parte. O treinador o chamou e disse que o treino não havia acabado ainda. Ao que ele retrucou: “Pra mim acabou. Esses dois aí, e apontou para dois companheiros de time, não me passam a bola porque não sabem; e esses outros dois, porque não querem.” E foi embora.

Morreu em 1959. Louco devido à sífilis.


MOZART GOMES

Em 1958, o maior craque do futebol cearense, em todos os tempos, falecido recentemente, Mozart Gomes, era cotado para a seleção brasileira que disputou a Copa do Mundo na Suécia. Sua convocação somente não se concretizou porque teria que disputar o lugar, nada mais nada menos, com Pelé e Didi.

ARACATI

Armando Marques veio apitar um jogo Fortaleza e Ceará. Como era de costume daquele árbitro, pegou a súmula leu o nome dos jogadores dos dois times, pois tinha por normal chamar os jogadores pelo respectivo nome. Por exemplo, Pelé, ele chamava Edson. Leu a lista, porém não conseguiu ler o nome do número três do Ceará. Dirigiu-se até o jogador, o nada menos famoso Aracati e perguntou o nome dele.
Aracati olhou para ele e disse: “Meu nome sou dou a mulher”.

Sem se incomodar, Armando Marques respondeu: “Eu sou o juiz da partida. Sou o Armando Marques.”

Aracati, muito irreverente, falou: “Muito prazer, Belini do Vasco.”


Por Henrique César Pinheiro

quinta-feira, 3 de setembro de 2009

Música e futebol

Quando Alberto Luiz compôs "Balada Nº 7", a idéia era homenagear o jogador Ipojucan do Palmeiras. Só que quando Moacyr Franco a ouviu, na mesma hora falou: "Alberto, esta canção é a cara do Garrincha!". Pra concretizar o destino definitivo da canção, ao ser executada pelo Apolinho (Washington Rodrigues) na Rádio Globo, ele a chamou de "Melô do Garrincha.(Balada N.07).

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Lamartine Babo


Além da maioria dos hinos dos clubes brasileiros, foi também autor de grandes sucessos, mas apesar de toda esta genialidade, uma menininha o enganou ao lhe inspirar a canção Serra da Boa Esperança, seu maior sucesso.

A música foi composta em homenagem a uma mulher da cidade de Dores de Boa Esperança em MG com a qual ele se correspondia por carta há um ano sem saber que se tratava de uma menina, Nair, filha de seu dentista que pegara seu endereço no arquivo do pai e escrevia cartas para ele como se fosse uma adulta apaixonada.

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Em 1914 num jogo Brasil e Argentina, o Brasil fez uma a zero e logo depois a Argentina empatou com um gol de mão. Três jogdores da Argentina foram até o árbitro, juntamente com o bandeirinha e informaram que o gol fora irregular. O juiz anulou o gol e os quatro foram aplaudidos de pé no estádio.

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Em 1962, na Copa do Chile, o Brasil perdia de 1 a zero para Espanha quando Nílton Santos fez falta dentro da área, marcada pelo árbitro. Este correu para o local da falta para verificar se fora penâlti. Enquanto corria, Nílton Santos deu dois passos para fora da área e o juiz deixou de marcar o penâlti. Ganhamos de 2 x 1.

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Na mesma competição, o Brasil jogou contra o Chile e venceu por 4x2.
O Garrincha depois de apanhar muito da zaga chilena, deu um leve pontapé na bunda de um adversário e foi expulso. A partida seguinte seria a decisão contra a Checoslováquia. Caso fosse confirmada a expulsão do Garrincha o Brasil ficaria desfalcando dele e do Pelé que já não disputava mais a Copa por conta de uma contusão logo na segunda partida. Conta-se que para não correrem este risco, os cartolas brasielrios sequestraram o juiz do jogo Brasil e Chile para que ele não entregasse a súmula, na qual constava a expulsão do Garrincha. O juiz apareceu e entregou a súmula somente depois da final.

Resultado: Brasil campeão.

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Aos 18 anos, jogando pelo CSA de Alagoas como meia-armador, Djavan resolveu largar o futebol e se dedicar inteiramente à música. Se tivesse continuado, hoje já teria encerrado a carreira e nós teríamos perdido pérolas de nossa música popular contemporânea.

quinta-feira, 27 de agosto de 2009

Máximas dos craques da bola...

'Chegarei de surpresa dia 15, às duas da tarde, vôo 619 da VARIG.'
> (Mengálvio, ex-meia do Santos, em telegrama à família quando em excursão à Europa)
>
> 'Tanto na minha vida futebolística quanto com a minha vida ser humana.'
> (Nunes, ex-atacante do Flamengo, em uma entrevista antes do jogo de despedida do Zico)
>
> 'Que interessante, aqui no Japão só tem carro importado.'
> (Jardel, ex-atacante do Grêmio)
>
> 'As pessoas querem que o Brasil vença e ganhe.'
> (Dunga, em entrevista ao programa Terceiro Tempo)
>
> 'Eu, o Paulo Nunes e o Dinho vamos fazer uma dupla sertaneja.'
> (Jardel, ex-atacante do Grêmio)
>
> 'O novo apelido do Aloísio é CB, Sangue Bom.'
> (Souza, meio-campo do São Paulo, em uma entrevista ao Jogo Duro)
>
> 'A partir de agora o meu coração só tem uma cor: vermelho e preto.'
> (Fabão, assim que chegou no Flamengo)
>
> 'Eu peguei a bola no meio de campo e fui fondo, fui fondo, fui fondo e
> chutei pro gol.'
> (Jardel, ex- jogador do Vasco e Grêmio, ao relatar ao repórter o gol que tinha feito)
>
> 'A bola ia indo, indo, indo.... e iu!'
> (Nunes, jogador do Flamengo da década de 80)
>
> 'Tenho o maior orgulho de jogar na terra onde Cristo nasceu.'
> (Claudiomiro, ex-meia do Inter de Porto Alegre, ao chegar em Belém do Pará para disputar uma partida contra o Paysandu, pelo Brasileirão de 72)
>
> 'Nem que eu tivesse dois pulmões eu alcançava essa bola.'
> (Bradock, amigo de Romário, reclamando de um passe longo)
>
> 'No México que é bom. Lá a gente recebe semanalmente de 15 em 15 dias.'
> (Ferreira, ex-ponta esquerda do Santos)
>
> 'Quando o jogo está a mil, minha naftalina sobe.'
> (Jardel, ex-atacante do Vasco, Grêmio e da Seleção)
>
> 'O meu clube estava a beira do precipício, mas tomou a decisão
> correta, deu um passo a frente.'
> (João Pinto, jogador do Benfica de Portugal)
>
> 'Na Bahia é todo mundo muito simpático. É um povo muito hospitalar.'
> (Zanata, baiano, ex-lateral do Fluminense, ao comentar sobre a hospitalidade do povo baiano)

Colaboração: Fred Benevides.

quarta-feira, 12 de agosto de 2009

Coisas do Futebol Cabeça-Chata

No ano de 1971, uma final estranha marca o fim de um longo jejum de títulos do Ceará, depois de oito anos de espera por um título estadual. Ganhadores dos dois turnos, Fortaleza e Ceará partem para uma melhor-de-três. Na primeira partida, derrota do Fortaleza por 1 a 0. Na segunda, empate em 0 a 0. Na terceira partida, Mimi abre o placar para o Leão. Após o adversário empatar, Mimi desempata. Após o tempo regulamentar, o árbitro marca falta inexistente na entrada da área tricolor. Durante a discussão, a cobrança é feita e a bola entra no gol. A torcida do Fortaleza invade o gramado do Estádio Presidente Vargas, sendo seguida pela torcida adversária. Acontece uma batalha campal no gramado do estádio. No dia seguinte, aparece uma súmula afirmando que o jogo terminou em 2 a 2. Nos bastidores de nosso futebol afirma-se que não foi o árbitro Armando Camarinha quem a redigiu e assinou. Ele no entanto, fugiu do estado e nunca mais apitou no futebol. Naquele ano, o futebol se desmembra da Federação Cearense de Desportos e aparece a Federação Cearense de Futebol.

Colaboração de Henrique Cesar Pinheiro.

terça-feira, 28 de julho de 2009

Curiosidades do Futebol

- O Bangu foi campeão carioca em 66, fazendo 52 e dois gols e tomando 8.

- Numa final da Taça Guanabara em um jogo do Mequinha - com apenas 18 torcedores - contra o Botafogo com um público de 110 mil pessoas, vitória do Botafogo na prorrogação por 1 x 0. O tempo normal havia terminado em 2 x 2. Todos os gols do Botafogo foram marcados pelo Paulo César, que depois virou Paulo César Lima e terminou a carreira como Paulo César Caju.

- De 18 de maio 77 a 07 de setembro de 77, Masarópi, goleiro do Vasco ficou sem tomar gols. Foram 1816 minutos. Recorde mundial reconhecido pela FIFA que o homenageou por isso. Naquele ano, o Vasco da Gama foi campeão carioca ganhando os dois turnos. Fez 29 jogos, e tomou apenas 5 gols, sendo que durante todo o segundo turno o time não levou um gol sequer.
A propósito de Vasco da Gama o time tem os três maiores artilheiros do campeonato brasileiro, sendo que Roberto marcou 190 vezes.

Por Henrique Cesar Pinheiro.

- O Orion Futebol Clube foi fundado em outubro de 1929 por jogadores dissidentes do Fortaleza Esporte Clube, liderados pelos irmãos Machado (Moacir, Jandir, Juraci e Caranã). No ano seguinte, conquistou com facilidade o Torneio Início e também o Campeonato Cearense. Neste último, ainda teve o artilheiro da competição: o atacante Zezé, com 11 gols marcados. O título fora obtido no dia 1 de junho de 1930, na vitória do Orion por 2x1 sobre o Ceará Sporting Club, com gols de Juracy e Pirão para o Orion, descontando Farnun para o Ceará.

O Orion foi novamente campeão do Torneio Início em 1931. Entretanto, parte dos jogadores que fundaram o clube foram reincorporados pelo Fortaleza, ocasionando, no ano seguinte, o encerramento das atividades do clube.

Estaduais

Campeonato Cearense: 1930.
Vice-Campeonato Cearense: 1931.
Torneio Início: 2 vezes (1930 e 1931).

Por Alberto de Oliveira

sábado, 13 de junho de 2009

Micos no futebol

Jogo memorável.


Fortaleza 4 x 2 Ceará (1991) - Virada histórica

terça-feira, 2 de junho de 2009

Milan: Maldini x Leonardo



No jogo de "despedida" do técnico Ancelotti, Leonardo foi abraçar Maldini como faziam todos. O capitão, porém, não quis saber de papo e afastou o brasileiro com um (nem tão) discreto empurrão.

Leonardo é agora o técnico do time depois da saída de Ancelotti (se a Globo divulgou antes que toda a imprensa italiana é porque alguma fonte ligada a Leonardo, ou o próprio, deve ter passado a informação).

Hoje, especula-se muito, na Itália, sobre os motivos que teriam levado Maldini a empurrar Leonardo. Há quem diga que o pessoal da velha-guarda, como o capitão, não gostou da forma como o brasileiro conduziu o processo da saída de Ancelotti (para a sua entrada). A novela promete capítulos para os próximos dias.

Veja o episódio no vídeo abaixo. Aos 4´48´´Leonardo se aproxima de Maldini, passa a mão sobre sua cabeça e é ignorado. Aos 5’08’’, Leonardo, de costas na imagem, começa a se aproximar de Maldini; aos 5’13’’, o italiano se recusa a cumprimentá-lo e o empurra. O ângulo desse vídeo, o único disponível no YouTube, não é dos melhores.

Golaços