Mostrando postagens com marcador lançamentos. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador lançamentos. Mostrar todas as postagens

terça-feira, 24 de abril de 2012

O Disco do Ano - Zeca Baleiro

Em seu novo trabalho " O Disco do Ano" , o cantor e compositor Zeca Baleiro chama um produtor para cada faixa do álbum. Ele diz que sua intenção era dar novos olhares para suas composições e que o resultado foi surpreendente e muito satisfatório.


Zeca Baleiro foi batizado José de Ribamar, uma homenagem a São José de Ribamar, santo dos maranhenses. O apelido Baleiro veio do fato de Zeca gostar muito de doces e, quando cursava faculdade, costumava consumir muitas balas entre as aulas. Antes de dedicar-se exclusivamente à música, ele chegou, inclusive, a abrir uma loja de balas, tortas e doces caseiros. Hoje, com uma sólida carreira musical, Zeca Baleiro lança O Disco do Ano, primeiro disco de carreira gravado pela Som Livre. O nome do CD é uma alusão à obsessão que o mercado e os formadores de opinião têm quanto a fazer a aposta certa no grande disco feito no ano. Para o projeto gráfico, desde o início ocorreram ao artista três conceitos para a capa e, em uma reunião com a equipe da gravadora, deciciu-se criar três capas e realizar uma enquete junto ao público para eleger a preferida. Uma ideia “arretada e ousada”, segundo Zeca. E as inovações de O Disco do Ano não param por aí. Em vez de chamar um ou dois produtores (como normalmente se faz), Zeca convidou um produtor para cada faixa, ou até mesmo dois, no caso de uma ou outra música. Foi assim que ele reuniu 15 produtores (alguns velhos conhecidos, outros novíssimos parceiros) para 12 faixas e todos tiveram total autonomia para criar, recriar e destruir. O resultado é um disco com muito vigor, alegria e intensidade. E também cheio de encantamento. As canções são vibrantes e emocionantes. No repertório, sete faixas só de Zeca e cinco outras com os parceiros Hyldon (“Calma Aí, Coração”) Frejat (“Nada Além”), Wado (“Zás”), Kana – compositora japonesa radicada no Brasil (“O Amor Viajou”) e Lúcia Santos – irmã poeta, com quem já compôs canções gravadas por cantoras como Paula Lima, Margareth Menezes e Nila Branco (“Último Post”). Com exceção das parcerias com Hyldon e Frejat, cujas canções têm dois e cinco anos de idade, respectivamente, todas têm menos de um ano e estão “cheirando a tinta” ainda. O Disco do Ano é assim: cheio de novidades. E, certamente, o público vai curtir muito.


Fonte: Som Livre



  • CD Zeca Baleiro - O Disco do Ano
  • 1. Calma Aí, Coração
  • 2. O Amor Viajou
  • 3. Nada Além
  • 4. Tattoo
  • 5. O Desejo Part. Esp.: Chorão
  • 6. Nu
  • 7. Último Post Part. Esp.: Margareth Menezes
  • 8. Zás
  • 9. Meu Amigo Enock Part. Esp.: Andreia Dias
  • 10. Felicidade Pode Ser Qualquer Coisa
  • 11. Ela Não Se Parece Com Ninguém
  • 12. Mamãe No Face
  • Ouça as músicas ou compre o CD em:
  • http://www2.uol.com.br/zecabaleiro/

quinta-feira, 1 de março de 2012

Ritchie em novo CD fazendo História.

"Don't Let the Sun Catch You Crying" - Gerry Marsden



Aos 60 anos, Ritchie grava CD inédito com canções que costumava ouvir na sua sua juventude.

O disco será lançado no dia de seu aniversário, 6 de março.

Sobre a música interpretada nesse video, Ritchie fez alguns comentários e eu os conferi: Gerry Marsden formou o grupo nos final dos anos 50 com seu irmão, Fred, Les Chadwick e Arthur McMahon. Eles rivalizaram com os Beatles no início da carreira, tocando em Hamburgo, Alemanha e Liverpool, Inglaterra. McMahon (conhecido como Arthur Mack) entrou no piano no lugar de Les Maguire em 1961.

A banda foi a segunda a assinar contrato com Brian Epstein, assinando contrato com a Columbia Records (uma gravadora irmã da gravadora dos Beatles, Parlophone). Eles gravaram o primeiro single em 1963 com a canção "How Do You Do It?", escrita por Murray. A canção também havia sido gravada pelos Beatles mas não foi lançada por eles por preferirem lançar uma canção de própria autoria, "Please Please Me". "How Do You Do It?" gravada com os Gerry & The Peacemakers foi produzida por George Martin e se tornou primeiro lugar nas paradas de sucesso britânica.

O próximo single dos Gerry and The Pacemakers foi outra música de Murray, "I Like It" e de Rodgers e Hammerstein "You'll Never Walk Alone", ambas atingiram o primeiro lugar nas paradas britânica e a última se tornaria a canção favorita cantada pelos torcedores do Livepool Football Club.

Depois destes três sucessos, Gerry & The Pacemakers nunca mais chegaram ao número um na Ingalterra. Gerry Marsden começou a escrever a maioria das músicas do grupo, incluindo "It's Gonna Be All Right", "I'm the One", e "Ferry Cross the Mersey", assim como o primeiro e maior sucesso das paradas de sucesso americana, "Don't Let the Sun Catch You Crying".

Em 1965 eles lançaram um filme, Ferry Cross the Mersey (as vezes lembrado como a versão do Gerry & The Pacemakers para A Hard Day's Night dos Beatles), para o qual Gerry Marsden escreveu maioria das canções da trilha sonora.

No final de 1965, a popularidade do grupo entrou em declínio tanto na Inglaterra quanto nos Estados Unidos. Em 1966 o grupo chegou ao fim. O grupo voltou a se reunir em 1974 para uma turnê mundial e em 1993 para comemorar 30 anos. Freddie Marsden morreu em 9 de dezembro de 2006 aos 66 anos.

Fonte: Wikipedia.

Comento:

Na transição entre os anos 50 e 60 iniciou-se na música a chamada "invasão britânica" que tinha como inspiração a música vinda do Tio San, centrada na cena do campo quando os negros cantavam seus rítmos ou choravam lembrando seu presente e passado e os brancos tocavam em festa suas barulhentas rabecas de modo que os jovens do velho mundo se maravilhavam com artistas como Robert Jonhson, Gene Vincent, Willie Nelson, Bill Haley, Elvis e outros enquanto lhes soavam os sons de seus antepassados.


Era o sonho americano idealizado pelos brancos que trazia em sua música a orígem do velho mundo ocidental: a música celta.

Tudo isso enquanto os negros faziam negros e brancos chorar ou dançar com a mais antiga das influências culturais, a cultura africana de onde saiu a que vemos hoje.

A indústria fonográfica americana estava enfurecida, faminta.

Massificou toda essa panela cultural e lucrativa, via pesada divulgação e aí não deu outra: Muito lucro.

Os pueris ingleses daqueles sem qualquer sangue azul ouviram tudo isso, abraçaram a música escrava negra, adicionaram suas orígens e realidade ao rítmo que seus pais não conheciam e daí nasceu a dita "invasão inglesa" capitaneada e solidifacada pelos, The Pacemakers, The Yardbyrds, The Beatles, Procol Harum, The Animals...

Essa "distante invasão inglesa" gerou também uma predominância artística de bandas e artistas ingleses até aos meados dos anos 80' sobre a música popular mundial.

Difícil pra mim não citar "Cream", The Faces, Stones, Led Zeppelin, Yes, Emerson Lake and Palmer, Pink Floyd, Daire Straits...

Todos da ilha!