quinta-feira, 15 de setembro de 2011
quarta-feira, 14 de setembro de 2011
Novo album do Yes... “Fly From Here”
20º trabalho de estúdio da banda de rock progressivo que já sofreu várias alterações em sua formação inicial.
sexta-feira, 19 de agosto de 2011
terça-feira, 18 de janeiro de 2011
domingo, 16 de janeiro de 2011
Florbela e Raimundo
Longe de ti são ermos os caminhos,
Longe de ti não há luar nem rosas,
Longe de ti há noites silenciosas,
Há dias sem calor, beirais sem ninhos!
Meus olhos são dois velhos pobrezinhos
Perdidos pelas noites invernosas...
Abertos, sonham mãos cariciosas,
Tuas mãos doces, plenas de carinhos!
Os dias são Outonos: choram... choram...
Há crisântemos roxos que descoram...
Há murmúrios dolentes de segredos...
Invoco o nosso sonho! Estendo os braços!
E ele é, ó meu Amor, pelos espaços,
Fumo leve que foge entre os meus dedos!...
Longe de ti não há luar nem rosas,
Longe de ti há noites silenciosas,
Há dias sem calor, beirais sem ninhos!
Meus olhos são dois velhos pobrezinhos
Perdidos pelas noites invernosas...
Abertos, sonham mãos cariciosas,
Tuas mãos doces, plenas de carinhos!
Os dias são Outonos: choram... choram...
Há crisântemos roxos que descoram...
Há murmúrios dolentes de segredos...
Invoco o nosso sonho! Estendo os braços!
E ele é, ó meu Amor, pelos espaços,
Fumo leve que foge entre os meus dedos!...
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sábado, 15 de janeiro de 2011
H. C. Pinheiro diz o que pensa no Musicadaboa
Acho que a polêmica entre se uma mulher é "presidente" ou "presidenta" deve girar mais em torno da gramática do que do campo legal. Penso também que se deve tratar a ocupante do cargo segundo as leis da língua mater independentemente da vontade de quem quer que seja.
Vejam abaixo a perspectiva de H. C. Pinheiro a respeito:
Alberto de Oliveira.
Às leis todos devem obediência.
Jamais dela alguém está acima.
E que delas ninguém jamais se exima.
Pra mostrar verdadeira ascendência.
Toda sua força e toda prepotência.
Porque das leis ninguém nunca se isenta
Nossa língua não tem qualquer ementa
E que se deixe de falar besteira.
Mesmo que a senhora Dilma queira,
Não será do país sua “presidenta”.
À Gramática deve-se respeito.
Deturpá-la não se pode fazer.
Não importa quem seja: A ou Z.
Mesmo que não se goste do seu jeito
Porque esse conjunto de preceito
Serve de guia e ele nos orienta
E sem ele haveria uma tormenta.
“Presidenta”! Uma gafe bem grosseira.
Mesmo que a senhora Dilma queira,
Não será do país sua “presidenta”.
Por seus atos ninguém no Brasil pensa
Trocar letra traz muita conseqüência
Porém, não é por falta de advertência
Estudar já não mais aqui compensa
Da Gramática regra se dispensa.
Haverá, no Brasil, logo “estudanta”
As empresas terão “representanta”
Ficará língua sem eira nem beira.
Mesmo que a senhora Dilma queira,
Não será do país sua “presidenta”.
Novo acordo ortográfico não previa,
E com língua ninguém pode brincar,
Depois o povo é quem vai pagar,
Com o idioma fazer essa orgia.
Presidente zelar por ela devia.
Nós teremos agora até “geranta”.
Amanhã haverá também a clienta.
Só espero que seja passageira
Mesmo que a senhora Dilma queira,
Não será do país sua “presidenta”.
HENRIQUE CÉSAR PINHEIRO
FORTALEZA, JANEIRO/2011.
Vejam abaixo a perspectiva de H. C. Pinheiro a respeito:
Alberto de Oliveira.
Às leis todos devem obediência.
Jamais dela alguém está acima.
E que delas ninguém jamais se exima.
Pra mostrar verdadeira ascendência.
Toda sua força e toda prepotência.
Porque das leis ninguém nunca se isenta
Nossa língua não tem qualquer ementa
E que se deixe de falar besteira.
Mesmo que a senhora Dilma queira,
Não será do país sua “presidenta”.
À Gramática deve-se respeito.
Deturpá-la não se pode fazer.
Não importa quem seja: A ou Z.
Mesmo que não se goste do seu jeito
Porque esse conjunto de preceito
Serve de guia e ele nos orienta
E sem ele haveria uma tormenta.
“Presidenta”! Uma gafe bem grosseira.
Mesmo que a senhora Dilma queira,
Não será do país sua “presidenta”.
Por seus atos ninguém no Brasil pensa
Trocar letra traz muita conseqüência
Porém, não é por falta de advertência
Estudar já não mais aqui compensa
Da Gramática regra se dispensa.
Haverá, no Brasil, logo “estudanta”
As empresas terão “representanta”
Ficará língua sem eira nem beira.
Mesmo que a senhora Dilma queira,
Não será do país sua “presidenta”.
Novo acordo ortográfico não previa,
E com língua ninguém pode brincar,
Depois o povo é quem vai pagar,
Com o idioma fazer essa orgia.
Presidente zelar por ela devia.
Nós teremos agora até “geranta”.
Amanhã haverá também a clienta.
Só espero que seja passageira
Mesmo que a senhora Dilma queira,
Não será do país sua “presidenta”.
HENRIQUE CÉSAR PINHEIRO
FORTALEZA, JANEIRO/2011.
quinta-feira, 6 de janeiro de 2011
Baião de dois com Jerimum
Pouca gente conhece a música de Fausto Nilo, Coração Condenado. No video abaixo uma surpresa: Fausto e Núbia Lafayete cantam juntos.
Colaboração do amigo Fernando Araújo.
Colaboração do amigo Fernando Araújo.
quarta-feira, 8 de dezembro de 2010
sábado, 4 de dezembro de 2010
Poesiadaboa no Musicadaboa
É sempre assim;
acontece de novo o que aconteceu outro dia:
outros olhos, outro azul e o mesmo novo
de novo o mesmo.
Uns e outros, uns dos outros e todos sempre
outros mesmos de sempre...
É sempre assim;
“viva!” em profusão...
personificação de ilusões atordoadas.
parada onde está, andando, correndo sem parar,
vive a vida a mangar do mau gosto que é
esconder-se para ser um outro lugar...
É sempre assim;
uma nova idéia devassada de novo
– As palavras morrem de ciúmes!
Novamente, “nova-mente”.
algum álibi? muito menos
prova de que é nova e de novo
mente...
É sempre assim, e assim será:
Um novo fim para o sempre novo
assim de mim.
Eduardo guilherme – assimdemim -
acontece de novo o que aconteceu outro dia:
outros olhos, outro azul e o mesmo novo
de novo o mesmo.
Uns e outros, uns dos outros e todos sempre
outros mesmos de sempre...
É sempre assim;
“viva!” em profusão...
personificação de ilusões atordoadas.
parada onde está, andando, correndo sem parar,
vive a vida a mangar do mau gosto que é
esconder-se para ser um outro lugar...
É sempre assim;
uma nova idéia devassada de novo
– As palavras morrem de ciúmes!
Novamente, “nova-mente”.
algum álibi? muito menos
prova de que é nova e de novo
mente...
É sempre assim, e assim será:
Um novo fim para o sempre novo
assim de mim.
Eduardo guilherme – assimdemim -
quinta-feira, 2 de dezembro de 2010
Poeta Dilson Pinheiro e Nonato Luiz...
Algumas misturas produzem efeitos mágicos. Poesia com música então...
Um dos maiores divulgadores e apoiadores dos artistas e da música de cá de nossas bandas, Dilson é um artista generoso e ímpar.
Abaixo , uma homenagem que Dilson fez em formato de cordel a outro grande artista da "Terrinha do Sol", Nonato Luiz.
Nosso Nonato
e agora vem nonato
pra nos encher de emoção
um com o outro acostumado
que causa até confusão
eu me confundo de fato
se o violão é nonato
ou se nonato é violão
nosso nonato luiz
que solta acordes tão finos
seus dedos são bailarinos
deslizando no verniz
vai misturando a raiz
do erudito ao popular
quem o escuta tocar
sente logo coração
vibrar de tanta emoção
tocando junto também
esse dom só ele tem
de ser gente e violão
Dilson Pinheiro
Pra ilustrar as palavras de Dilson:
Concerto Mariano 2008 - "Ave Maria de Gounod" - Nonato Luiz.
Paróquia do Cristo Rei - Fortaleza, Ce.
Mais sobre Nonato Luiz em:
http://musicadaboa-boa.blogspot.com/2009/04/violao-puro-e-nosso-nonato-luis.html
Um dos maiores divulgadores e apoiadores dos artistas e da música de cá de nossas bandas, Dilson é um artista generoso e ímpar.
Abaixo , uma homenagem que Dilson fez em formato de cordel a outro grande artista da "Terrinha do Sol", Nonato Luiz.
Nosso Nonato
e agora vem nonato
pra nos encher de emoção
um com o outro acostumado
que causa até confusão
eu me confundo de fato
se o violão é nonato
ou se nonato é violão
nosso nonato luiz
que solta acordes tão finos
seus dedos são bailarinos
deslizando no verniz
vai misturando a raiz
do erudito ao popular
quem o escuta tocar
sente logo coração
vibrar de tanta emoção
tocando junto também
esse dom só ele tem
de ser gente e violão
Dilson Pinheiro
Pra ilustrar as palavras de Dilson:
Concerto Mariano 2008 - "Ave Maria de Gounod" - Nonato Luiz.
Paróquia do Cristo Rei - Fortaleza, Ce.
Mais sobre Nonato Luiz em:
http://musicadaboa-boa.blogspot.com/2009/04/violao-puro-e-nosso-nonato-luis.html
terça-feira, 30 de novembro de 2010
O som progressivo de Mike Oldfield
Mike Oldfield - Montreux 1981 - Ommadawn parte 1 de 3.
Mike Oldfield - Montreux 1981 - Ommadawn parte 2 de 3.
Mike Oldfield - Montreux 1981 - Ommadawn parte 3 de 3.
Mike Oldfield - Montreux 1981 - Ommadawn parte 2 de 3.
Mike Oldfield - Montreux 1981 - Ommadawn parte 3 de 3.
domingo, 28 de novembro de 2010
quarta-feira, 24 de novembro de 2010
Poesia da boa no Musicadaboa
Enviada por um amigo que se quer anônimo:
Por você
Há pouco, a tempestade... por ver
Ontem, a felicidade... por ter
Hoje, a tristeza do perder
Ainda assim, meu amor... por você
Nas ruas, o perfume... por saber
Na boca, o fel... de não poder
O coração, mais forte... por quê?
Tudo, por mais querer
No horizonte, a esperança... de rever
Amanhã, simplesmente viver
No peito?
Ah! No peito... todo o meu sofrer
Por você
Há pouco, a tempestade... por ver
Ontem, a felicidade... por ter
Hoje, a tristeza do perder
Ainda assim, meu amor... por você
Nas ruas, o perfume... por saber
Na boca, o fel... de não poder
O coração, mais forte... por quê?
Tudo, por mais querer
No horizonte, a esperança... de rever
Amanhã, simplesmente viver
No peito?
Ah! No peito... todo o meu sofrer
quinta-feira, 18 de novembro de 2010
Banda Renegados. Novidade à vista...
Entre as melhores daqui da terrinha, a banda de rock´n roll, Renegados prepara um novo disco... É só esperar um tiquinho!
Rachel de Queiroz, cearense cidadã do mundo...
"[...] tento, com a maior insistência, embora com tão
precário resultado (como se tornou evidente), incorporar
a linguagem que falo e escuto no meu ambiente nativo à
língua com que ganho a vida nas folhas impressas. Não
que o faça por novidade, apenas por necessidade.
Meu parente José de Alencar quase um século atrás vivia
brigando por isso e fez escola."
Rachel de Queiroz
(Fortaleza, 17/11/1910 - Rio de Janeiro, 04/11/2003).
O Plenário do Senado Federal homenageou, ontem, a escritora cearense Rachel de Queiroz, nascida há 100 anos.
Frases:
'' ... A gente nasce e morre só. E talvez por isso mesmo é que se precisa tanto de viver acompanhado ... ''
" ...Falam que o tempo apaga tudo. Tempo não apaga, tempo adormece..."
Ela fez...
Romances:
- O quinze (1930)
- João Miguel (1932)
- Caminho de pedras (1937)
- As três Marias (1939)
- Dôra, Doralina (1975)
- O galo de ouro (1985) - folhetim na revista " O Cruzeiro", (1950)
- Obra reunida (1989)
- Memorial de Maria Moura (1992)
Literatura Infanto-Juvenil:
- O menino mágico (1969)
- Cafute & Pena-de-Prata (1986)
- Andira (1992)
- Cenas brasileiras - Para gostar de ler 17.
Teatro:
- CRONIN, A. J. Os deuses riem (1952).
- Lampião (1953)
- A beata Maria do Egito (1958)
- Teatro (1995)
- O padrezinho santo (inédita)
- A sereia voadora (inédita)
Crônica:
- A donzela e a moura torta (1948);
- 100 Crônicas escolhidas (1958)
- O brasileiro perplexo (1964)
- O caçador de tatu (1967)
- As menininhas e outras crônicas (1976)
- O jogador de sinuca e mais historinhas (1980)
- Mapinguari (1964)
- As terras ásperas (1993)
- O homem e o tempo (74 crônicas escolhidas}
- A longa vida que já vivemos
- Um alpendre, uma rede, um açude: 100 crônicas escolhidas
- Cenas brasileiras
- Xerimbabo (ilustrações de Graça Lima)
- Falso mar, falso mundo - 89 crônicas escolhidas (2002)
Antologias:
- Três romances (1948)
- Quatro romances (1960) (O Quinze, João Miguel, Caminho de Pedras,
As três Marias)
- Seleta (1973) - organização de Paulo Rónai
Livros em parceria:
- Brandão entre o mar e o amor (romance - 1942) - com José Lins do Rego, Graciliano Ramos, Aníbal Machado e Jorge Amado.
- O mistério dos MMM (romance policial - 1962) - Com Viriato Corrêa, Dinah Silveira de Queiroz, Lúcio Cardoso, Herberto Sales, Jorge Amado, José Condé, Guimarães Rosa, Antônio Callado e Orígines Lessa.
- Luís e Maria (cartilha de alfabetização de adultos - 1971) - Com Marion Vilas Boas Sá Rego.
- Meu livro de Brasil (Educação Moral e Cívica - 1º. Grau, Volumes 3, 4 e 5 - 1971) - Com Nilda Bethlem.
- O nosso Ceará (com sua irmã, Maria Luiza de Queiroz Salek), relato, 1994.
- Tantos anos (com sua irmã, Maria Luiza de Queiroz Salek), auto-biografia, 1998.
- O Não Me Deixes – Suas Histórias e Sua Cozinha (com sua irmã, Maria Luiza de Queiroz Salek), 2000.
Obras traduzidas pela escritora:
- Romances:
AUSTEN, Jane. Mansfield Parlz (1942).
BALZAC, Honoré de. A mulher de trinta anos (1948).
BAUM, Vicki. Helena Wilfuer (1944).
BELLAMANN, Henry. A intrusa (1945).
BOTTONE, Phyllis. Tempestade d'alma (1943).
BRONTË, Emily. O morro dos ventos uivantes (1947).
BRUYÈRE, André. Os Robinsons da montanha (1948).
BUCK, Pearl. A promessa (1946).
BUTLER, Samuel. Destino da carne (1942).
CHRISTIE, Agatha. A mulher diabólica (1971).
CRONIN, A. J. A família Brodie (1940).
CRONIN, A. J. Anos de ternura (1947).
CRONIN, A. J. Aventuras da maleta negra (1948).
DONAL, Mario. O quarto misterioso e Congresso de bonecas (1947).
DOSTOIÉVSKI, Fiódor. Humilhados e ofendidos (1944).
DOSTOIÉVSKI, Fiódor. Recordações da casa dos mortos (1945).
DOSTOIÉVSKI, Fiódor. Os demônios (1951).
DOSTOIÉVSKI, Fiódor. Os irmãos Karamazov (1952) 3 v.
DU MAURIER, Daphne. O roteiro das gaivotas (1943).
FREMANTLE, Anne. Idade da fé (1970).
GALSWORTHY, John. A crônica dos Forsyte (1946) 3 v.
GASKELL, Elisabeth. Cranford (1946).
GAUTHIER, Théophile. O romance da múmia (1972).
HEIDENSTAM, Verner von. Os carolinos: crônica de Carlos XII (1963).
HILTON, James. Fúria no céu (1944).
LA CONTRIE, M. D'Agon de. Aventuras de Carlota (1947).
LOISEL, Y. A casa dos cravos brancos (1947).
LONDON, Jack. O lobo do mar (1972).
MAURIAC, François. O deserto do amor (1966).
PROUTY, Oliver. Stella Dallas (1945).
REMARQUE, Erich Maria. Náufragos (1942).
ROSAIRE, Forrest. Os dois amores de Grey Manning (1948).
ROSMER, Jean. A afilhada do imperador (1950).
SAILLY, Suzanne. A deusa da tribo (1950).
VERDAT, Germaine. A conquista da torre misteriosa (1948).
VERNE, Júlio. Miguel Strogoff (1972).
WHARTON, Edith. Eu soube amar (1940).
WILLEMS, Raphaelle. A predileta (1950).
Biografias e memórias:
BUCK, Pearl. A exilada: retrato de uma mãe americana (1943).
CHAPLIN, Charles. Minha vida (caps. 1 a 7 (1965).
DUMAS, Alexandre. Memórias de Alexandre Dumas, pai (1947).
TERESA DE JESUS, Santa. Vida de Santa Teresa de Jesus (1946).
STONE, Irwin. Mulher imortal (biografia de Jessie Benton Fremont (1947).
TOLSTÓI, Leon. Memórias (1944).
precário resultado (como se tornou evidente), incorporar
a linguagem que falo e escuto no meu ambiente nativo à
língua com que ganho a vida nas folhas impressas. Não
que o faça por novidade, apenas por necessidade.
Meu parente José de Alencar quase um século atrás vivia
brigando por isso e fez escola."
Rachel de Queiroz
(Fortaleza, 17/11/1910 - Rio de Janeiro, 04/11/2003).
O Plenário do Senado Federal homenageou, ontem, a escritora cearense Rachel de Queiroz, nascida há 100 anos.
Frases:
'' ... A gente nasce e morre só. E talvez por isso mesmo é que se precisa tanto de viver acompanhado ... ''
" ...Falam que o tempo apaga tudo. Tempo não apaga, tempo adormece..."
Ela fez...
Romances:
- O quinze (1930)
- João Miguel (1932)
- Caminho de pedras (1937)
- As três Marias (1939)
- Dôra, Doralina (1975)
- O galo de ouro (1985) - folhetim na revista " O Cruzeiro", (1950)
- Obra reunida (1989)
- Memorial de Maria Moura (1992)
Literatura Infanto-Juvenil:
- O menino mágico (1969)
- Cafute & Pena-de-Prata (1986)
- Andira (1992)
- Cenas brasileiras - Para gostar de ler 17.
Teatro:
- CRONIN, A. J. Os deuses riem (1952).
- Lampião (1953)
- A beata Maria do Egito (1958)
- Teatro (1995)
- O padrezinho santo (inédita)
- A sereia voadora (inédita)
Crônica:
- A donzela e a moura torta (1948);
- 100 Crônicas escolhidas (1958)
- O brasileiro perplexo (1964)
- O caçador de tatu (1967)
- As menininhas e outras crônicas (1976)
- O jogador de sinuca e mais historinhas (1980)
- Mapinguari (1964)
- As terras ásperas (1993)
- O homem e o tempo (74 crônicas escolhidas}
- A longa vida que já vivemos
- Um alpendre, uma rede, um açude: 100 crônicas escolhidas
- Cenas brasileiras
- Xerimbabo (ilustrações de Graça Lima)
- Falso mar, falso mundo - 89 crônicas escolhidas (2002)
Antologias:
- Três romances (1948)
- Quatro romances (1960) (O Quinze, João Miguel, Caminho de Pedras,
As três Marias)
- Seleta (1973) - organização de Paulo Rónai
Livros em parceria:
- Brandão entre o mar e o amor (romance - 1942) - com José Lins do Rego, Graciliano Ramos, Aníbal Machado e Jorge Amado.
- O mistério dos MMM (romance policial - 1962) - Com Viriato Corrêa, Dinah Silveira de Queiroz, Lúcio Cardoso, Herberto Sales, Jorge Amado, José Condé, Guimarães Rosa, Antônio Callado e Orígines Lessa.
- Luís e Maria (cartilha de alfabetização de adultos - 1971) - Com Marion Vilas Boas Sá Rego.
- Meu livro de Brasil (Educação Moral e Cívica - 1º. Grau, Volumes 3, 4 e 5 - 1971) - Com Nilda Bethlem.
- O nosso Ceará (com sua irmã, Maria Luiza de Queiroz Salek), relato, 1994.
- Tantos anos (com sua irmã, Maria Luiza de Queiroz Salek), auto-biografia, 1998.
- O Não Me Deixes – Suas Histórias e Sua Cozinha (com sua irmã, Maria Luiza de Queiroz Salek), 2000.
Obras traduzidas pela escritora:
- Romances:
AUSTEN, Jane. Mansfield Parlz (1942).
BALZAC, Honoré de. A mulher de trinta anos (1948).
BAUM, Vicki. Helena Wilfuer (1944).
BELLAMANN, Henry. A intrusa (1945).
BOTTONE, Phyllis. Tempestade d'alma (1943).
BRONTË, Emily. O morro dos ventos uivantes (1947).
BRUYÈRE, André. Os Robinsons da montanha (1948).
BUCK, Pearl. A promessa (1946).
BUTLER, Samuel. Destino da carne (1942).
CHRISTIE, Agatha. A mulher diabólica (1971).
CRONIN, A. J. A família Brodie (1940).
CRONIN, A. J. Anos de ternura (1947).
CRONIN, A. J. Aventuras da maleta negra (1948).
DONAL, Mario. O quarto misterioso e Congresso de bonecas (1947).
DOSTOIÉVSKI, Fiódor. Humilhados e ofendidos (1944).
DOSTOIÉVSKI, Fiódor. Recordações da casa dos mortos (1945).
DOSTOIÉVSKI, Fiódor. Os demônios (1951).
DOSTOIÉVSKI, Fiódor. Os irmãos Karamazov (1952) 3 v.
DU MAURIER, Daphne. O roteiro das gaivotas (1943).
FREMANTLE, Anne. Idade da fé (1970).
GALSWORTHY, John. A crônica dos Forsyte (1946) 3 v.
GASKELL, Elisabeth. Cranford (1946).
GAUTHIER, Théophile. O romance da múmia (1972).
HEIDENSTAM, Verner von. Os carolinos: crônica de Carlos XII (1963).
HILTON, James. Fúria no céu (1944).
LA CONTRIE, M. D'Agon de. Aventuras de Carlota (1947).
LOISEL, Y. A casa dos cravos brancos (1947).
LONDON, Jack. O lobo do mar (1972).
MAURIAC, François. O deserto do amor (1966).
PROUTY, Oliver. Stella Dallas (1945).
REMARQUE, Erich Maria. Náufragos (1942).
ROSAIRE, Forrest. Os dois amores de Grey Manning (1948).
ROSMER, Jean. A afilhada do imperador (1950).
SAILLY, Suzanne. A deusa da tribo (1950).
VERDAT, Germaine. A conquista da torre misteriosa (1948).
VERNE, Júlio. Miguel Strogoff (1972).
WHARTON, Edith. Eu soube amar (1940).
WILLEMS, Raphaelle. A predileta (1950).
Biografias e memórias:
BUCK, Pearl. A exilada: retrato de uma mãe americana (1943).
CHAPLIN, Charles. Minha vida (caps. 1 a 7 (1965).
DUMAS, Alexandre. Memórias de Alexandre Dumas, pai (1947).
TERESA DE JESUS, Santa. Vida de Santa Teresa de Jesus (1946).
STONE, Irwin. Mulher imortal (biografia de Jessie Benton Fremont (1947).
TOLSTÓI, Leon. Memórias (1944).
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quarta-feira, 17 de novembro de 2010
Bossa nova "made in" Ceará
Jacinta Pinheiro, cearense de Itapipoca lança "Herança", disco autoral (o segundo da carreira) em companhia de músicos de primeira linha como João Donato que a acompanha na faixa "De Pequim ao Cariri" mostrada no vídeo abaixo.
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