Yes - Soon [ao vivo em 2002].
terça-feira, 30 de novembro de 2010
O som progressivo de Mike Oldfield
Mike Oldfield - Montreux 1981 - Ommadawn parte 1 de 3.
Mike Oldfield - Montreux 1981 - Ommadawn parte 2 de 3.
Mike Oldfield - Montreux 1981 - Ommadawn parte 3 de 3.
Mike Oldfield - Montreux 1981 - Ommadawn parte 2 de 3.
Mike Oldfield - Montreux 1981 - Ommadawn parte 3 de 3.
domingo, 28 de novembro de 2010
quarta-feira, 24 de novembro de 2010
Poesia da boa no Musicadaboa
Enviada por um amigo que se quer anônimo:
Por você
Há pouco, a tempestade... por ver
Ontem, a felicidade... por ter
Hoje, a tristeza do perder
Ainda assim, meu amor... por você
Nas ruas, o perfume... por saber
Na boca, o fel... de não poder
O coração, mais forte... por quê?
Tudo, por mais querer
No horizonte, a esperança... de rever
Amanhã, simplesmente viver
No peito?
Ah! No peito... todo o meu sofrer
Por você
Há pouco, a tempestade... por ver
Ontem, a felicidade... por ter
Hoje, a tristeza do perder
Ainda assim, meu amor... por você
Nas ruas, o perfume... por saber
Na boca, o fel... de não poder
O coração, mais forte... por quê?
Tudo, por mais querer
No horizonte, a esperança... de rever
Amanhã, simplesmente viver
No peito?
Ah! No peito... todo o meu sofrer
quinta-feira, 18 de novembro de 2010
Banda Renegados. Novidade à vista...
Entre as melhores daqui da terrinha, a banda de rock´n roll, Renegados prepara um novo disco... É só esperar um tiquinho!
Rachel de Queiroz, cearense cidadã do mundo...
"[...] tento, com a maior insistência, embora com tão
precário resultado (como se tornou evidente), incorporar
a linguagem que falo e escuto no meu ambiente nativo à
língua com que ganho a vida nas folhas impressas. Não
que o faça por novidade, apenas por necessidade.
Meu parente José de Alencar quase um século atrás vivia
brigando por isso e fez escola."
Rachel de Queiroz
(Fortaleza, 17/11/1910 - Rio de Janeiro, 04/11/2003).
O Plenário do Senado Federal homenageou, ontem, a escritora cearense Rachel de Queiroz, nascida há 100 anos.
Frases:
'' ... A gente nasce e morre só. E talvez por isso mesmo é que se precisa tanto de viver acompanhado ... ''
" ...Falam que o tempo apaga tudo. Tempo não apaga, tempo adormece..."
Ela fez...
Romances:
- O quinze (1930)
- João Miguel (1932)
- Caminho de pedras (1937)
- As três Marias (1939)
- Dôra, Doralina (1975)
- O galo de ouro (1985) - folhetim na revista " O Cruzeiro", (1950)
- Obra reunida (1989)
- Memorial de Maria Moura (1992)
Literatura Infanto-Juvenil:
- O menino mágico (1969)
- Cafute & Pena-de-Prata (1986)
- Andira (1992)
- Cenas brasileiras - Para gostar de ler 17.
Teatro:
- CRONIN, A. J. Os deuses riem (1952).
- Lampião (1953)
- A beata Maria do Egito (1958)
- Teatro (1995)
- O padrezinho santo (inédita)
- A sereia voadora (inédita)
Crônica:
- A donzela e a moura torta (1948);
- 100 Crônicas escolhidas (1958)
- O brasileiro perplexo (1964)
- O caçador de tatu (1967)
- As menininhas e outras crônicas (1976)
- O jogador de sinuca e mais historinhas (1980)
- Mapinguari (1964)
- As terras ásperas (1993)
- O homem e o tempo (74 crônicas escolhidas}
- A longa vida que já vivemos
- Um alpendre, uma rede, um açude: 100 crônicas escolhidas
- Cenas brasileiras
- Xerimbabo (ilustrações de Graça Lima)
- Falso mar, falso mundo - 89 crônicas escolhidas (2002)
Antologias:
- Três romances (1948)
- Quatro romances (1960) (O Quinze, João Miguel, Caminho de Pedras,
As três Marias)
- Seleta (1973) - organização de Paulo Rónai
Livros em parceria:
- Brandão entre o mar e o amor (romance - 1942) - com José Lins do Rego, Graciliano Ramos, Aníbal Machado e Jorge Amado.
- O mistério dos MMM (romance policial - 1962) - Com Viriato Corrêa, Dinah Silveira de Queiroz, Lúcio Cardoso, Herberto Sales, Jorge Amado, José Condé, Guimarães Rosa, Antônio Callado e Orígines Lessa.
- Luís e Maria (cartilha de alfabetização de adultos - 1971) - Com Marion Vilas Boas Sá Rego.
- Meu livro de Brasil (Educação Moral e Cívica - 1º. Grau, Volumes 3, 4 e 5 - 1971) - Com Nilda Bethlem.
- O nosso Ceará (com sua irmã, Maria Luiza de Queiroz Salek), relato, 1994.
- Tantos anos (com sua irmã, Maria Luiza de Queiroz Salek), auto-biografia, 1998.
- O Não Me Deixes – Suas Histórias e Sua Cozinha (com sua irmã, Maria Luiza de Queiroz Salek), 2000.
Obras traduzidas pela escritora:
- Romances:
AUSTEN, Jane. Mansfield Parlz (1942).
BALZAC, Honoré de. A mulher de trinta anos (1948).
BAUM, Vicki. Helena Wilfuer (1944).
BELLAMANN, Henry. A intrusa (1945).
BOTTONE, Phyllis. Tempestade d'alma (1943).
BRONTË, Emily. O morro dos ventos uivantes (1947).
BRUYÈRE, André. Os Robinsons da montanha (1948).
BUCK, Pearl. A promessa (1946).
BUTLER, Samuel. Destino da carne (1942).
CHRISTIE, Agatha. A mulher diabólica (1971).
CRONIN, A. J. A família Brodie (1940).
CRONIN, A. J. Anos de ternura (1947).
CRONIN, A. J. Aventuras da maleta negra (1948).
DONAL, Mario. O quarto misterioso e Congresso de bonecas (1947).
DOSTOIÉVSKI, Fiódor. Humilhados e ofendidos (1944).
DOSTOIÉVSKI, Fiódor. Recordações da casa dos mortos (1945).
DOSTOIÉVSKI, Fiódor. Os demônios (1951).
DOSTOIÉVSKI, Fiódor. Os irmãos Karamazov (1952) 3 v.
DU MAURIER, Daphne. O roteiro das gaivotas (1943).
FREMANTLE, Anne. Idade da fé (1970).
GALSWORTHY, John. A crônica dos Forsyte (1946) 3 v.
GASKELL, Elisabeth. Cranford (1946).
GAUTHIER, Théophile. O romance da múmia (1972).
HEIDENSTAM, Verner von. Os carolinos: crônica de Carlos XII (1963).
HILTON, James. Fúria no céu (1944).
LA CONTRIE, M. D'Agon de. Aventuras de Carlota (1947).
LOISEL, Y. A casa dos cravos brancos (1947).
LONDON, Jack. O lobo do mar (1972).
MAURIAC, François. O deserto do amor (1966).
PROUTY, Oliver. Stella Dallas (1945).
REMARQUE, Erich Maria. Náufragos (1942).
ROSAIRE, Forrest. Os dois amores de Grey Manning (1948).
ROSMER, Jean. A afilhada do imperador (1950).
SAILLY, Suzanne. A deusa da tribo (1950).
VERDAT, Germaine. A conquista da torre misteriosa (1948).
VERNE, Júlio. Miguel Strogoff (1972).
WHARTON, Edith. Eu soube amar (1940).
WILLEMS, Raphaelle. A predileta (1950).
Biografias e memórias:
BUCK, Pearl. A exilada: retrato de uma mãe americana (1943).
CHAPLIN, Charles. Minha vida (caps. 1 a 7 (1965).
DUMAS, Alexandre. Memórias de Alexandre Dumas, pai (1947).
TERESA DE JESUS, Santa. Vida de Santa Teresa de Jesus (1946).
STONE, Irwin. Mulher imortal (biografia de Jessie Benton Fremont (1947).
TOLSTÓI, Leon. Memórias (1944).
precário resultado (como se tornou evidente), incorporar
a linguagem que falo e escuto no meu ambiente nativo à
língua com que ganho a vida nas folhas impressas. Não
que o faça por novidade, apenas por necessidade.
Meu parente José de Alencar quase um século atrás vivia
brigando por isso e fez escola."
Rachel de Queiroz
(Fortaleza, 17/11/1910 - Rio de Janeiro, 04/11/2003).
O Plenário do Senado Federal homenageou, ontem, a escritora cearense Rachel de Queiroz, nascida há 100 anos.
Frases:
'' ... A gente nasce e morre só. E talvez por isso mesmo é que se precisa tanto de viver acompanhado ... ''
" ...Falam que o tempo apaga tudo. Tempo não apaga, tempo adormece..."
Ela fez...
Romances:
- O quinze (1930)
- João Miguel (1932)
- Caminho de pedras (1937)
- As três Marias (1939)
- Dôra, Doralina (1975)
- O galo de ouro (1985) - folhetim na revista " O Cruzeiro", (1950)
- Obra reunida (1989)
- Memorial de Maria Moura (1992)
Literatura Infanto-Juvenil:
- O menino mágico (1969)
- Cafute & Pena-de-Prata (1986)
- Andira (1992)
- Cenas brasileiras - Para gostar de ler 17.
Teatro:
- CRONIN, A. J. Os deuses riem (1952).
- Lampião (1953)
- A beata Maria do Egito (1958)
- Teatro (1995)
- O padrezinho santo (inédita)
- A sereia voadora (inédita)
Crônica:
- A donzela e a moura torta (1948);
- 100 Crônicas escolhidas (1958)
- O brasileiro perplexo (1964)
- O caçador de tatu (1967)
- As menininhas e outras crônicas (1976)
- O jogador de sinuca e mais historinhas (1980)
- Mapinguari (1964)
- As terras ásperas (1993)
- O homem e o tempo (74 crônicas escolhidas}
- A longa vida que já vivemos
- Um alpendre, uma rede, um açude: 100 crônicas escolhidas
- Cenas brasileiras
- Xerimbabo (ilustrações de Graça Lima)
- Falso mar, falso mundo - 89 crônicas escolhidas (2002)
Antologias:
- Três romances (1948)
- Quatro romances (1960) (O Quinze, João Miguel, Caminho de Pedras,
As três Marias)
- Seleta (1973) - organização de Paulo Rónai
Livros em parceria:
- Brandão entre o mar e o amor (romance - 1942) - com José Lins do Rego, Graciliano Ramos, Aníbal Machado e Jorge Amado.
- O mistério dos MMM (romance policial - 1962) - Com Viriato Corrêa, Dinah Silveira de Queiroz, Lúcio Cardoso, Herberto Sales, Jorge Amado, José Condé, Guimarães Rosa, Antônio Callado e Orígines Lessa.
- Luís e Maria (cartilha de alfabetização de adultos - 1971) - Com Marion Vilas Boas Sá Rego.
- Meu livro de Brasil (Educação Moral e Cívica - 1º. Grau, Volumes 3, 4 e 5 - 1971) - Com Nilda Bethlem.
- O nosso Ceará (com sua irmã, Maria Luiza de Queiroz Salek), relato, 1994.
- Tantos anos (com sua irmã, Maria Luiza de Queiroz Salek), auto-biografia, 1998.
- O Não Me Deixes – Suas Histórias e Sua Cozinha (com sua irmã, Maria Luiza de Queiroz Salek), 2000.
Obras traduzidas pela escritora:
- Romances:
AUSTEN, Jane. Mansfield Parlz (1942).
BALZAC, Honoré de. A mulher de trinta anos (1948).
BAUM, Vicki. Helena Wilfuer (1944).
BELLAMANN, Henry. A intrusa (1945).
BOTTONE, Phyllis. Tempestade d'alma (1943).
BRONTË, Emily. O morro dos ventos uivantes (1947).
BRUYÈRE, André. Os Robinsons da montanha (1948).
BUCK, Pearl. A promessa (1946).
BUTLER, Samuel. Destino da carne (1942).
CHRISTIE, Agatha. A mulher diabólica (1971).
CRONIN, A. J. A família Brodie (1940).
CRONIN, A. J. Anos de ternura (1947).
CRONIN, A. J. Aventuras da maleta negra (1948).
DONAL, Mario. O quarto misterioso e Congresso de bonecas (1947).
DOSTOIÉVSKI, Fiódor. Humilhados e ofendidos (1944).
DOSTOIÉVSKI, Fiódor. Recordações da casa dos mortos (1945).
DOSTOIÉVSKI, Fiódor. Os demônios (1951).
DOSTOIÉVSKI, Fiódor. Os irmãos Karamazov (1952) 3 v.
DU MAURIER, Daphne. O roteiro das gaivotas (1943).
FREMANTLE, Anne. Idade da fé (1970).
GALSWORTHY, John. A crônica dos Forsyte (1946) 3 v.
GASKELL, Elisabeth. Cranford (1946).
GAUTHIER, Théophile. O romance da múmia (1972).
HEIDENSTAM, Verner von. Os carolinos: crônica de Carlos XII (1963).
HILTON, James. Fúria no céu (1944).
LA CONTRIE, M. D'Agon de. Aventuras de Carlota (1947).
LOISEL, Y. A casa dos cravos brancos (1947).
LONDON, Jack. O lobo do mar (1972).
MAURIAC, François. O deserto do amor (1966).
PROUTY, Oliver. Stella Dallas (1945).
REMARQUE, Erich Maria. Náufragos (1942).
ROSAIRE, Forrest. Os dois amores de Grey Manning (1948).
ROSMER, Jean. A afilhada do imperador (1950).
SAILLY, Suzanne. A deusa da tribo (1950).
VERDAT, Germaine. A conquista da torre misteriosa (1948).
VERNE, Júlio. Miguel Strogoff (1972).
WHARTON, Edith. Eu soube amar (1940).
WILLEMS, Raphaelle. A predileta (1950).
Biografias e memórias:
BUCK, Pearl. A exilada: retrato de uma mãe americana (1943).
CHAPLIN, Charles. Minha vida (caps. 1 a 7 (1965).
DUMAS, Alexandre. Memórias de Alexandre Dumas, pai (1947).
TERESA DE JESUS, Santa. Vida de Santa Teresa de Jesus (1946).
STONE, Irwin. Mulher imortal (biografia de Jessie Benton Fremont (1947).
TOLSTÓI, Leon. Memórias (1944).
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quarta-feira, 17 de novembro de 2010
Bossa nova "made in" Ceará
Jacinta Pinheiro, cearense de Itapipoca lança "Herança", disco autoral (o segundo da carreira) em companhia de músicos de primeira linha como João Donato que a acompanha na faixa "De Pequim ao Cariri" mostrada no vídeo abaixo.
quarta-feira, 15 de setembro de 2010
Earth Song - Michael Jackson
Clip de Michael (1996) mais visto no Reino Unido e pelo que se sabe, não foi mostrado nos EUA. Os motivos são óbvios.
quarta-feira, 18 de agosto de 2010
Jogos Mentais e política.
Mind Games - Canção título do quarto album de Jonh Lennon pós Beatles, o primeiro integralmente produzido por ele mesmo, inspira um pacifismo menos neurótico e mais consciente, incisivo porém metafórico, ao contrário de "Imagine", mais panfletário. Só pelo fato de citar a palavra "guerrilha" acirrou ainda mais a bisbilhotagem dos "arapongas" do Tio Sam que não o queria em seu lugarejo por motivos políticos.
Alberto de Oliveira.
Mind Games
We're playing those mind games together
Pushing the barriers, planting seeds
Playing the mind guerrilla
Chanting the mantra peace on earth
We all been playing
those mind games forever
Some kinda druid dudes lifting the veil
Doing the mind guerrilla
Some call it magic, the search for the grail
Love is the answer and you know that for sure
Love is a flower
You got to let it, you got to let it grow
So keep on playing
those mind games together
Faith in the future, outta the now
You just can't beat on those mind guerrillas
Absolute elsewhere
in the stones of your mind
Yeah we're playing
those mind games forever
Projecting our images in space and in time
Yes is the answer and you know that for sure
Yes is surrender, you got to let it,
you got to let it go
So keep on playing
those mind games together
Doing the ritual dance in the sun
Millions of mind guerrillas
Putting their soul power to the karmic wheel
Keep on playing those mind games forever
Raising the spirit of peace and love
Love...
I want you to make love, not war
I know you've heard it before
Jogos Mentais
Estamos jogando esses jogos mentais juntos
Expandindo as limitações, plantando as sementes
Bancando os guerrilheiros da mente
Entoando o mantra paz na terra
Andamos todos jogando
esses jogos da mente por uma eternidade
Alguma espécie de figura druida levantando o véu
Fazendo a guerrilha da mente
Alguns chamam de mágica, a busca pelo gral
Amor é a resposta e você sabe disso com certeza
O amor é uma flor
Você precisa deixá-lo, você precisa deixá-lo crescer
Portanto continuemos
jogando esses jogos da mente juntos
Fé no futuro, saindo do agora
Você não consegue bater nesses guerrilheiros da mente
Completamente em outro lugar
dentro das rochas de sua mente
É, estamos jogando
aqueles jogos mentais juntos eternamente
Projetando nossa imagem no espaço e no tempo
Sim é a resposta e você sabe disso com certeza
Sim é se render, você precisa deixa-lo,
você precisa deixa-lo ir
Portanto continuemos
jogando esses jogos da mente juntos
Fazendo a dança ritual ao sol
Milhões de guerrilheiros da mente
Colocando o poder da alma na roda cármica
Continue jogando aqueles jogos da mente eternamente
Elevando o espírito de paz e amor
Amor...
Eu quero que você faça amor, não guerra
Eu sei que você já ouviu isso antes
Alberto de Oliveira.
Mind Games
We're playing those mind games together
Pushing the barriers, planting seeds
Playing the mind guerrilla
Chanting the mantra peace on earth
We all been playing
those mind games forever
Some kinda druid dudes lifting the veil
Doing the mind guerrilla
Some call it magic, the search for the grail
Love is the answer and you know that for sure
Love is a flower
You got to let it, you got to let it grow
So keep on playing
those mind games together
Faith in the future, outta the now
You just can't beat on those mind guerrillas
Absolute elsewhere
in the stones of your mind
Yeah we're playing
those mind games forever
Projecting our images in space and in time
Yes is the answer and you know that for sure
Yes is surrender, you got to let it,
you got to let it go
So keep on playing
those mind games together
Doing the ritual dance in the sun
Millions of mind guerrillas
Putting their soul power to the karmic wheel
Keep on playing those mind games forever
Raising the spirit of peace and love
Love...
I want you to make love, not war
I know you've heard it before
Jogos Mentais
Estamos jogando esses jogos mentais juntos
Expandindo as limitações, plantando as sementes
Bancando os guerrilheiros da mente
Entoando o mantra paz na terra
Andamos todos jogando
esses jogos da mente por uma eternidade
Alguma espécie de figura druida levantando o véu
Fazendo a guerrilha da mente
Alguns chamam de mágica, a busca pelo gral
Amor é a resposta e você sabe disso com certeza
O amor é uma flor
Você precisa deixá-lo, você precisa deixá-lo crescer
Portanto continuemos
jogando esses jogos da mente juntos
Fé no futuro, saindo do agora
Você não consegue bater nesses guerrilheiros da mente
Completamente em outro lugar
dentro das rochas de sua mente
É, estamos jogando
aqueles jogos mentais juntos eternamente
Projetando nossa imagem no espaço e no tempo
Sim é a resposta e você sabe disso com certeza
Sim é se render, você precisa deixa-lo,
você precisa deixa-lo ir
Portanto continuemos
jogando esses jogos da mente juntos
Fazendo a dança ritual ao sol
Milhões de guerrilheiros da mente
Colocando o poder da alma na roda cármica
Continue jogando aqueles jogos da mente eternamente
Elevando o espírito de paz e amor
Amor...
Eu quero que você faça amor, não guerra
Eu sei que você já ouviu isso antes
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Desafio no Cordel
Aceitando o desafio
De José de Sousa Dantas,
Esse fabuloso poeta
Com seu cordel que encanta,
E a semente do Nordeste
Neste mundo ele planta.
Vou fazer algumas rimas
Usando palavras raras.
Espero que Dantas goste
Não vá rir da minha cara,
Pois me falta gabarito
Para entrar nesta seara.
Vamos procurar palavras
Que possam rimar com lobo.
Num tempo globalizado
Vem à mente a Rede Globo.
Com a sua programação
Fazendo o povo de bobo.
Num país de analfabetos
Futuro não se vislumbra.
Pois a máquina da mídia
Deixa o povo na penumbra,
Que com a bolsa salário
Se encanta e se deslumbra.
Povo que vive em favela
Curtindo o seu mocambo.
Que às vezes pra comer
Apela pro velho escambo.
Catando lixo nas ruas
Vestindo-se de molambo.
Empurrando sua carroça
Ouvindo um rádio portátil.
Se mostrando bem feliz
Pois o povo é versátil,
E mesmo na sua pobreza
O sonho é coisa volátil.
Embora muita gente aja
De maneira bem covarde.
É o caso dos políticos
Que não querem muito alarde.
Sempre tudo vem à tona
Mesmo que já seja tarde.
A todo dia no Brasil
Vem à tona um alvitre,
Que funciona pra imprensa
Como se fosse salitre.
E a prisão de políticos
Nunca há ninguém que arbitre
Pois para os poderosos,
Justiça vive a menopausa.
Não importa ter razão
Eles sempre ganham causa.
Ou os processos se arrastam
Dando-lhes uma boa pausa.
Não há para o país
Esperança, simples réstia.
Pois quem aplica as leis,
E usa uma bonita véstia,
Se acha o dono do mundo
E não tem qualquer modéstia.
Com bom dinheiro no bolso
Não sabe o quê é uma xepa.
Come lagosta, salmão
Bem preparado na cepa.
Se alguém mexe na sua grana
Se descontrola e grita: epa.
No meu dinheiro não mexe.
Briga, dá murro, tabefe.
Manda até mesmo matar
Desossa feito magarefe.
E o crime fica impune,
Pois o sujeito é o chefe.
Com seu poder de fogo
Igual a um pirilampo
Grilam terras, tomam casas
Na cidade, até no campo.
Contra os inimigos usam
O famigerado grampo.
HENRIQUE CÉSAR PINHEIRO
FORTALEZA, JULHO/2010.
De José de Sousa Dantas,
Esse fabuloso poeta
Com seu cordel que encanta,
E a semente do Nordeste
Neste mundo ele planta.
Vou fazer algumas rimas
Usando palavras raras.
Espero que Dantas goste
Não vá rir da minha cara,
Pois me falta gabarito
Para entrar nesta seara.
Vamos procurar palavras
Que possam rimar com lobo.
Num tempo globalizado
Vem à mente a Rede Globo.
Com a sua programação
Fazendo o povo de bobo.
Num país de analfabetos
Futuro não se vislumbra.
Pois a máquina da mídia
Deixa o povo na penumbra,
Que com a bolsa salário
Se encanta e se deslumbra.
Povo que vive em favela
Curtindo o seu mocambo.
Que às vezes pra comer
Apela pro velho escambo.
Catando lixo nas ruas
Vestindo-se de molambo.
Empurrando sua carroça
Ouvindo um rádio portátil.
Se mostrando bem feliz
Pois o povo é versátil,
E mesmo na sua pobreza
O sonho é coisa volátil.
Embora muita gente aja
De maneira bem covarde.
É o caso dos políticos
Que não querem muito alarde.
Sempre tudo vem à tona
Mesmo que já seja tarde.
A todo dia no Brasil
Vem à tona um alvitre,
Que funciona pra imprensa
Como se fosse salitre.
E a prisão de políticos
Nunca há ninguém que arbitre
Pois para os poderosos,
Justiça vive a menopausa.
Não importa ter razão
Eles sempre ganham causa.
Ou os processos se arrastam
Dando-lhes uma boa pausa.
Não há para o país
Esperança, simples réstia.
Pois quem aplica as leis,
E usa uma bonita véstia,
Se acha o dono do mundo
E não tem qualquer modéstia.
Com bom dinheiro no bolso
Não sabe o quê é uma xepa.
Come lagosta, salmão
Bem preparado na cepa.
Se alguém mexe na sua grana
Se descontrola e grita: epa.
No meu dinheiro não mexe.
Briga, dá murro, tabefe.
Manda até mesmo matar
Desossa feito magarefe.
E o crime fica impune,
Pois o sujeito é o chefe.
Com seu poder de fogo
Igual a um pirilampo
Grilam terras, tomam casas
Na cidade, até no campo.
Contra os inimigos usam
O famigerado grampo.
HENRIQUE CÉSAR PINHEIRO
FORTALEZA, JULHO/2010.
quinta-feira, 22 de julho de 2010
Maestro Paulo Moura
Despedida from Eduardo Escorel on Vimeo.
(São José do Rio Preto, 15 de julho de 1932 - Rio de Janeiro, 12 de Julho de 2010)
terça-feira, 8 de junho de 2010
terça-feira, 25 de maio de 2010
As Mães de Chico Xavier - O filme.
Está sendo rodado no Ceará o filme "As Mães de Chico Xavier" com previsão para lançamento em dezembro.
Veja mais em: http://asmaesdechico.blogspot.com/
Veja mais em: http://asmaesdechico.blogspot.com/
quarta-feira, 19 de maio de 2010
Coisa Acesa - Fausto Nilo por Caetano Veloso.
Cearense de Quixeramobim, além de arquiteto e urbanista de responsa, o querido Fausto Nilo é um dos maiores letristas de sua geração. Parceiro de Raimundo Fagner, Moraes Moreira, Robertinho do Recife, Geraldo Azevedo, Lulu Santos, Dominguinhos e muitos outros em grandes sucessos, que agora foram reunidos em novas gravações em “Quando Fevereiro Chegar”, lançado no carnaval de Fortaleza. Uma das mais bacanas é Fernanda Takai cantando O Elefante, de Robertinho do Recife e Fausto Nilo.
O paidégua cearense, como fizeram os Beatles em termos mundiais, chegou a emplacar os cinco primeiros lugares nas paradas nacionais de rádio nos anos 80. Era o letrista dessas cantigas gravadas por diferentes intérpretes e/ou parceiros.
Continuando o papo sobre o grande letrista cearense, as suas grandes músicas de Carnaval, com Armandinho, Moraes Moreira e Robertinho do Recife, que, além de produzir, tocou sua legendária guitarra, foram reunidas agora em “Quando Fevereiro Chegar”, com novas versões para seus grandes clássicos da folia. Como Caetano Veloso fez com Coisa Acesa.
Saiba mais: http://fernandatakai.com.br/2010/03/
quinta-feira, 8 de abril de 2010
Deu no Clarin
Por ocasião do recente episódio entre Maradona e sua cadela, um jornalista hermano escreveu: "É imperativo saber do estado de saúde do animal".
terça-feira, 30 de março de 2010
Velha Guarda do Blues - Robert Jonhson
Robert Leroy Johnson (8 de Maio, 1911 – 16 de Agosto, 1938) cantor e guitarrista Norte-americano de Blues. Johnson é um dos músicos mais influentes do Mississippi Delta Blues e é uma importante referência para a padronização do consagrado formato de 12 compassos para o Blues. Influenciou grandes artistas durante anos como Muddy Waters, Led Zeppelin, Bob Dylan, The Rolling Stones, Johnny Winter, Jeff Beck, e Eric Clapton, que considerava Johnson "o mais importante cantor de blues que já viveu". Por suas inovações, músicas e habilidade com a guitarra ficou em quinto lugar no ranking dos 100 melhores guitarristas de todos os tempos da revista Rolling Stone.
Johnson nasceu em Hazlehurst, Mississippi. Sua data de nascimento oficialmente aceita (1911) provavelmente está errada. Registros existentes (documentos escolares, certidões de casamento e certidão de óbito) sugerem diferentes datas entre 1909 e 1912, embora nenhum contenha a data de 1911.
Robert Johnson gravou apenas 29 músicas em um total de 41 faixas, em duas sessões de gravação em San Antonio, Texas, em Novembro de 1936 e em Dallas, Texas, em Junho de 1937. Treze músicas foram gravadas duas vezes. Suas músicas continuam sendo interpretadas e adaptadas por diversos artistas, como Eric Clapton, The Rolling Stones, The Blues Brothers, Red Hot Chili Peppers e The White Stripes.
Em 1938 durante uma apresentação no bar "Tree Forks" Johnson bebeu whisky envenenado com estricnina, supostamente preparado pelo dono do bar, o qual estava enciumado por Jonhson ter flertado com sua mulher. Sonny Boy Williamson que estava tocando junto com Jonhson, o havia alertado sobre o whisky, porém este não lhe deu atenção. Johnson se recuperou do envenenamento, mas contraiu pneumonia e morreu 3 dias depois, em 16 de Agosto de 1938, em Greenwood, Mississippi. Há várias versões populares para sua morte: que haveria morrido envenenado pelo whisky, que haveria morrido de sífilis e que havia sido assassinado com arma de fogo. Seu certificado de óbito cita apenas "No Doctor" (Sem Médico) como causa da morte.
Outro mito popular recorrente sugere que Johnson vendeu sua alma ao diabo na encruzilhada das rodovias 61 e 49 em Clarksdale, Mississippi em troca da proeza para tocar guitarra. Este mito foi difundido principalmente por Son House, e ganhou força devido às letras de algumas de suas músicas, como "Crossroads Blues", "Me And The Devil Blues" e "Hellhound On My Trail". O mito também é descrito no filme de 1986 Crossroads e no episódio 8, da segunda temporada da série Supernatural.
Influência
Johnson é freqüentemente citado como "o maior cantor de blues de todos os tempos", ou mesmo como o mais importante músico do Século XX, mas muitos ouvintes se desapontam ao conhecer o seu trabalho, pois o estilo peculiar do Delta Blues e o padrão técnico das gravações de sua época estão muito distantes dos padrões estéticos e técnicos atuais.
Embora Johnson certamente não tenha inventado o blues, que já vinha sendo gravado 15 anos antes de suas gravações, seu trabalho modificou o estilo de execução, empregando mais técnica, riffs mais elaborados e maior ênfase no uso das cordas graves para criar um ritmo regular. Suas principais influências foram Son House, Leroy Carr, Kokomo Arnold e Peetie Wheatstraw. Johnson tocou com o jovem Howlin' Wolf e Sonny Boy Williamson (que afirma ter estado presente no dia do envenenamento de Johnson e ter alertado Johnson sobre a garrafa de whisky). Johnson influenciou Elmore James e Muddy Waters, e o blues elétrico de Chicago na década de 1950 foi criado em torno do estilo de Johnson. Há uma linha direta de influência entre a obra de Johnson e o Rock and roll que se tornaria popular no pós-guerra.
Em 1999 o grupo The White Stripes lançou no seu álbum de estréia homônimo uma canção de Johnson; Stop Breaking Down.
Nos videos acima, Eric Clapton interpreta "Crossroads" e os Stones "Love in Vain" de Robert Jonhson.
Johnson nasceu em Hazlehurst, Mississippi. Sua data de nascimento oficialmente aceita (1911) provavelmente está errada. Registros existentes (documentos escolares, certidões de casamento e certidão de óbito) sugerem diferentes datas entre 1909 e 1912, embora nenhum contenha a data de 1911.
Robert Johnson gravou apenas 29 músicas em um total de 41 faixas, em duas sessões de gravação em San Antonio, Texas, em Novembro de 1936 e em Dallas, Texas, em Junho de 1937. Treze músicas foram gravadas duas vezes. Suas músicas continuam sendo interpretadas e adaptadas por diversos artistas, como Eric Clapton, The Rolling Stones, The Blues Brothers, Red Hot Chili Peppers e The White Stripes.
Em 1938 durante uma apresentação no bar "Tree Forks" Johnson bebeu whisky envenenado com estricnina, supostamente preparado pelo dono do bar, o qual estava enciumado por Jonhson ter flertado com sua mulher. Sonny Boy Williamson que estava tocando junto com Jonhson, o havia alertado sobre o whisky, porém este não lhe deu atenção. Johnson se recuperou do envenenamento, mas contraiu pneumonia e morreu 3 dias depois, em 16 de Agosto de 1938, em Greenwood, Mississippi. Há várias versões populares para sua morte: que haveria morrido envenenado pelo whisky, que haveria morrido de sífilis e que havia sido assassinado com arma de fogo. Seu certificado de óbito cita apenas "No Doctor" (Sem Médico) como causa da morte.
Outro mito popular recorrente sugere que Johnson vendeu sua alma ao diabo na encruzilhada das rodovias 61 e 49 em Clarksdale, Mississippi em troca da proeza para tocar guitarra. Este mito foi difundido principalmente por Son House, e ganhou força devido às letras de algumas de suas músicas, como "Crossroads Blues", "Me And The Devil Blues" e "Hellhound On My Trail". O mito também é descrito no filme de 1986 Crossroads e no episódio 8, da segunda temporada da série Supernatural.
Influência
Johnson é freqüentemente citado como "o maior cantor de blues de todos os tempos", ou mesmo como o mais importante músico do Século XX, mas muitos ouvintes se desapontam ao conhecer o seu trabalho, pois o estilo peculiar do Delta Blues e o padrão técnico das gravações de sua época estão muito distantes dos padrões estéticos e técnicos atuais.
Embora Johnson certamente não tenha inventado o blues, que já vinha sendo gravado 15 anos antes de suas gravações, seu trabalho modificou o estilo de execução, empregando mais técnica, riffs mais elaborados e maior ênfase no uso das cordas graves para criar um ritmo regular. Suas principais influências foram Son House, Leroy Carr, Kokomo Arnold e Peetie Wheatstraw. Johnson tocou com o jovem Howlin' Wolf e Sonny Boy Williamson (que afirma ter estado presente no dia do envenenamento de Johnson e ter alertado Johnson sobre a garrafa de whisky). Johnson influenciou Elmore James e Muddy Waters, e o blues elétrico de Chicago na década de 1950 foi criado em torno do estilo de Johnson. Há uma linha direta de influência entre a obra de Johnson e o Rock and roll que se tornaria popular no pós-guerra.
Em 1999 o grupo The White Stripes lançou no seu álbum de estréia homônimo uma canção de Johnson; Stop Breaking Down.
Nos videos acima, Eric Clapton interpreta "Crossroads" e os Stones "Love in Vain" de Robert Jonhson.
O melhor dos poemas sobre o Amor
Ainda que eu falasse as línguas dos homens e dos anjos, e não tivesse Amor, seria como o metal que soa ou como o sino que tine. E ainda que tivesse o dom da profecia, e conhecesse todos os mistérios e toda a ciência, e ainda que tivesse toda a fé, de maneira tal que transportasse os montes, e não tivesse Amor, nada seria. E ainda que distribuísse toda a minha fortuna para sustento dos pobres, e ainda que entregasse o meu corpo para ser queimado, se não tivesse Amor, nada disso me aproveitaria. O Amor é paciente, é benigno; o Amor não é invejoso, não trata com leviandade, não se ensoberbece, não se porta com indecência, não busca os seus interesses, não se irrita, não suspeita mal, não folga com a injustiça, mas folga com a verdade. Tudo tolera, tudo crê, tudo espera, tudo suporta. O Amor nunca falha. Havendo profecias, serão aniquiladas; havendo línguas, cessarão; havendo ciência, desaparecerá; porque, em parte conhecemos, e em parte profetizamos; mas quando vier o que é perfeito, então o que o é em parte será aniquilado. Quando eu era menino, falava como menino, sentia como menino, discorria como menino, mas, logo que cheguei a ser homem, acabei com as coisas de menino. Porque agora vemos por espelho em enigma, mas então veremos face a face; agora conheço em parte, mas então conhecerei como também sou conhecido. Agora, pois, permanecem a fé, a esperança e o amor, estes três; mas o maior destes é o Amor.
Paulo de Tarso I Coríntios - Capítulo 13.
Paulo de Tarso I Coríntios - Capítulo 13.
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