Clip de Michael (1996) mais visto no Reino Unido e pelo que se sabe, não foi mostrado nos EUA. Os motivos são óbvios.
quarta-feira, 15 de setembro de 2010
quarta-feira, 18 de agosto de 2010
Jogos Mentais e política.
Mind Games - Canção título do quarto album de Jonh Lennon pós Beatles, o primeiro integralmente produzido por ele mesmo, inspira um pacifismo menos neurótico e mais consciente, incisivo porém metafórico, ao contrário de "Imagine", mais panfletário. Só pelo fato de citar a palavra "guerrilha" acirrou ainda mais a bisbilhotagem dos "arapongas" do Tio Sam que não o queria em seu lugarejo por motivos políticos.
Alberto de Oliveira.
Mind Games
We're playing those mind games together
Pushing the barriers, planting seeds
Playing the mind guerrilla
Chanting the mantra peace on earth
We all been playing
those mind games forever
Some kinda druid dudes lifting the veil
Doing the mind guerrilla
Some call it magic, the search for the grail
Love is the answer and you know that for sure
Love is a flower
You got to let it, you got to let it grow
So keep on playing
those mind games together
Faith in the future, outta the now
You just can't beat on those mind guerrillas
Absolute elsewhere
in the stones of your mind
Yeah we're playing
those mind games forever
Projecting our images in space and in time
Yes is the answer and you know that for sure
Yes is surrender, you got to let it,
you got to let it go
So keep on playing
those mind games together
Doing the ritual dance in the sun
Millions of mind guerrillas
Putting their soul power to the karmic wheel
Keep on playing those mind games forever
Raising the spirit of peace and love
Love...
I want you to make love, not war
I know you've heard it before
Jogos Mentais
Estamos jogando esses jogos mentais juntos
Expandindo as limitações, plantando as sementes
Bancando os guerrilheiros da mente
Entoando o mantra paz na terra
Andamos todos jogando
esses jogos da mente por uma eternidade
Alguma espécie de figura druida levantando o véu
Fazendo a guerrilha da mente
Alguns chamam de mágica, a busca pelo gral
Amor é a resposta e você sabe disso com certeza
O amor é uma flor
Você precisa deixá-lo, você precisa deixá-lo crescer
Portanto continuemos
jogando esses jogos da mente juntos
Fé no futuro, saindo do agora
Você não consegue bater nesses guerrilheiros da mente
Completamente em outro lugar
dentro das rochas de sua mente
É, estamos jogando
aqueles jogos mentais juntos eternamente
Projetando nossa imagem no espaço e no tempo
Sim é a resposta e você sabe disso com certeza
Sim é se render, você precisa deixa-lo,
você precisa deixa-lo ir
Portanto continuemos
jogando esses jogos da mente juntos
Fazendo a dança ritual ao sol
Milhões de guerrilheiros da mente
Colocando o poder da alma na roda cármica
Continue jogando aqueles jogos da mente eternamente
Elevando o espírito de paz e amor
Amor...
Eu quero que você faça amor, não guerra
Eu sei que você já ouviu isso antes
Alberto de Oliveira.
Mind Games
We're playing those mind games together
Pushing the barriers, planting seeds
Playing the mind guerrilla
Chanting the mantra peace on earth
We all been playing
those mind games forever
Some kinda druid dudes lifting the veil
Doing the mind guerrilla
Some call it magic, the search for the grail
Love is the answer and you know that for sure
Love is a flower
You got to let it, you got to let it grow
So keep on playing
those mind games together
Faith in the future, outta the now
You just can't beat on those mind guerrillas
Absolute elsewhere
in the stones of your mind
Yeah we're playing
those mind games forever
Projecting our images in space and in time
Yes is the answer and you know that for sure
Yes is surrender, you got to let it,
you got to let it go
So keep on playing
those mind games together
Doing the ritual dance in the sun
Millions of mind guerrillas
Putting their soul power to the karmic wheel
Keep on playing those mind games forever
Raising the spirit of peace and love
Love...
I want you to make love, not war
I know you've heard it before
Jogos Mentais
Estamos jogando esses jogos mentais juntos
Expandindo as limitações, plantando as sementes
Bancando os guerrilheiros da mente
Entoando o mantra paz na terra
Andamos todos jogando
esses jogos da mente por uma eternidade
Alguma espécie de figura druida levantando o véu
Fazendo a guerrilha da mente
Alguns chamam de mágica, a busca pelo gral
Amor é a resposta e você sabe disso com certeza
O amor é uma flor
Você precisa deixá-lo, você precisa deixá-lo crescer
Portanto continuemos
jogando esses jogos da mente juntos
Fé no futuro, saindo do agora
Você não consegue bater nesses guerrilheiros da mente
Completamente em outro lugar
dentro das rochas de sua mente
É, estamos jogando
aqueles jogos mentais juntos eternamente
Projetando nossa imagem no espaço e no tempo
Sim é a resposta e você sabe disso com certeza
Sim é se render, você precisa deixa-lo,
você precisa deixa-lo ir
Portanto continuemos
jogando esses jogos da mente juntos
Fazendo a dança ritual ao sol
Milhões de guerrilheiros da mente
Colocando o poder da alma na roda cármica
Continue jogando aqueles jogos da mente eternamente
Elevando o espírito de paz e amor
Amor...
Eu quero que você faça amor, não guerra
Eu sei que você já ouviu isso antes
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Política e Economia
Desafio no Cordel
Aceitando o desafio
De José de Sousa Dantas,
Esse fabuloso poeta
Com seu cordel que encanta,
E a semente do Nordeste
Neste mundo ele planta.
Vou fazer algumas rimas
Usando palavras raras.
Espero que Dantas goste
Não vá rir da minha cara,
Pois me falta gabarito
Para entrar nesta seara.
Vamos procurar palavras
Que possam rimar com lobo.
Num tempo globalizado
Vem à mente a Rede Globo.
Com a sua programação
Fazendo o povo de bobo.
Num país de analfabetos
Futuro não se vislumbra.
Pois a máquina da mídia
Deixa o povo na penumbra,
Que com a bolsa salário
Se encanta e se deslumbra.
Povo que vive em favela
Curtindo o seu mocambo.
Que às vezes pra comer
Apela pro velho escambo.
Catando lixo nas ruas
Vestindo-se de molambo.
Empurrando sua carroça
Ouvindo um rádio portátil.
Se mostrando bem feliz
Pois o povo é versátil,
E mesmo na sua pobreza
O sonho é coisa volátil.
Embora muita gente aja
De maneira bem covarde.
É o caso dos políticos
Que não querem muito alarde.
Sempre tudo vem à tona
Mesmo que já seja tarde.
A todo dia no Brasil
Vem à tona um alvitre,
Que funciona pra imprensa
Como se fosse salitre.
E a prisão de políticos
Nunca há ninguém que arbitre
Pois para os poderosos,
Justiça vive a menopausa.
Não importa ter razão
Eles sempre ganham causa.
Ou os processos se arrastam
Dando-lhes uma boa pausa.
Não há para o país
Esperança, simples réstia.
Pois quem aplica as leis,
E usa uma bonita véstia,
Se acha o dono do mundo
E não tem qualquer modéstia.
Com bom dinheiro no bolso
Não sabe o quê é uma xepa.
Come lagosta, salmão
Bem preparado na cepa.
Se alguém mexe na sua grana
Se descontrola e grita: epa.
No meu dinheiro não mexe.
Briga, dá murro, tabefe.
Manda até mesmo matar
Desossa feito magarefe.
E o crime fica impune,
Pois o sujeito é o chefe.
Com seu poder de fogo
Igual a um pirilampo
Grilam terras, tomam casas
Na cidade, até no campo.
Contra os inimigos usam
O famigerado grampo.
HENRIQUE CÉSAR PINHEIRO
FORTALEZA, JULHO/2010.
De José de Sousa Dantas,
Esse fabuloso poeta
Com seu cordel que encanta,
E a semente do Nordeste
Neste mundo ele planta.
Vou fazer algumas rimas
Usando palavras raras.
Espero que Dantas goste
Não vá rir da minha cara,
Pois me falta gabarito
Para entrar nesta seara.
Vamos procurar palavras
Que possam rimar com lobo.
Num tempo globalizado
Vem à mente a Rede Globo.
Com a sua programação
Fazendo o povo de bobo.
Num país de analfabetos
Futuro não se vislumbra.
Pois a máquina da mídia
Deixa o povo na penumbra,
Que com a bolsa salário
Se encanta e se deslumbra.
Povo que vive em favela
Curtindo o seu mocambo.
Que às vezes pra comer
Apela pro velho escambo.
Catando lixo nas ruas
Vestindo-se de molambo.
Empurrando sua carroça
Ouvindo um rádio portátil.
Se mostrando bem feliz
Pois o povo é versátil,
E mesmo na sua pobreza
O sonho é coisa volátil.
Embora muita gente aja
De maneira bem covarde.
É o caso dos políticos
Que não querem muito alarde.
Sempre tudo vem à tona
Mesmo que já seja tarde.
A todo dia no Brasil
Vem à tona um alvitre,
Que funciona pra imprensa
Como se fosse salitre.
E a prisão de políticos
Nunca há ninguém que arbitre
Pois para os poderosos,
Justiça vive a menopausa.
Não importa ter razão
Eles sempre ganham causa.
Ou os processos se arrastam
Dando-lhes uma boa pausa.
Não há para o país
Esperança, simples réstia.
Pois quem aplica as leis,
E usa uma bonita véstia,
Se acha o dono do mundo
E não tem qualquer modéstia.
Com bom dinheiro no bolso
Não sabe o quê é uma xepa.
Come lagosta, salmão
Bem preparado na cepa.
Se alguém mexe na sua grana
Se descontrola e grita: epa.
No meu dinheiro não mexe.
Briga, dá murro, tabefe.
Manda até mesmo matar
Desossa feito magarefe.
E o crime fica impune,
Pois o sujeito é o chefe.
Com seu poder de fogo
Igual a um pirilampo
Grilam terras, tomam casas
Na cidade, até no campo.
Contra os inimigos usam
O famigerado grampo.
HENRIQUE CÉSAR PINHEIRO
FORTALEZA, JULHO/2010.
quinta-feira, 22 de julho de 2010
Maestro Paulo Moura
Despedida from Eduardo Escorel on Vimeo.
(São José do Rio Preto, 15 de julho de 1932 - Rio de Janeiro, 12 de Julho de 2010)
terça-feira, 8 de junho de 2010
terça-feira, 25 de maio de 2010
As Mães de Chico Xavier - O filme.
Está sendo rodado no Ceará o filme "As Mães de Chico Xavier" com previsão para lançamento em dezembro.
Veja mais em: http://asmaesdechico.blogspot.com/
Veja mais em: http://asmaesdechico.blogspot.com/
quarta-feira, 19 de maio de 2010
Coisa Acesa - Fausto Nilo por Caetano Veloso.
Cearense de Quixeramobim, além de arquiteto e urbanista de responsa, o querido Fausto Nilo é um dos maiores letristas de sua geração. Parceiro de Raimundo Fagner, Moraes Moreira, Robertinho do Recife, Geraldo Azevedo, Lulu Santos, Dominguinhos e muitos outros em grandes sucessos, que agora foram reunidos em novas gravações em “Quando Fevereiro Chegar”, lançado no carnaval de Fortaleza. Uma das mais bacanas é Fernanda Takai cantando O Elefante, de Robertinho do Recife e Fausto Nilo.
O paidégua cearense, como fizeram os Beatles em termos mundiais, chegou a emplacar os cinco primeiros lugares nas paradas nacionais de rádio nos anos 80. Era o letrista dessas cantigas gravadas por diferentes intérpretes e/ou parceiros.
Continuando o papo sobre o grande letrista cearense, as suas grandes músicas de Carnaval, com Armandinho, Moraes Moreira e Robertinho do Recife, que, além de produzir, tocou sua legendária guitarra, foram reunidas agora em “Quando Fevereiro Chegar”, com novas versões para seus grandes clássicos da folia. Como Caetano Veloso fez com Coisa Acesa.
Saiba mais: http://fernandatakai.com.br/2010/03/
quinta-feira, 8 de abril de 2010
Deu no Clarin
Por ocasião do recente episódio entre Maradona e sua cadela, um jornalista hermano escreveu: "É imperativo saber do estado de saúde do animal".
terça-feira, 30 de março de 2010
Velha Guarda do Blues - Robert Jonhson
Robert Leroy Johnson (8 de Maio, 1911 – 16 de Agosto, 1938) cantor e guitarrista Norte-americano de Blues. Johnson é um dos músicos mais influentes do Mississippi Delta Blues e é uma importante referência para a padronização do consagrado formato de 12 compassos para o Blues. Influenciou grandes artistas durante anos como Muddy Waters, Led Zeppelin, Bob Dylan, The Rolling Stones, Johnny Winter, Jeff Beck, e Eric Clapton, que considerava Johnson "o mais importante cantor de blues que já viveu". Por suas inovações, músicas e habilidade com a guitarra ficou em quinto lugar no ranking dos 100 melhores guitarristas de todos os tempos da revista Rolling Stone.
Johnson nasceu em Hazlehurst, Mississippi. Sua data de nascimento oficialmente aceita (1911) provavelmente está errada. Registros existentes (documentos escolares, certidões de casamento e certidão de óbito) sugerem diferentes datas entre 1909 e 1912, embora nenhum contenha a data de 1911.
Robert Johnson gravou apenas 29 músicas em um total de 41 faixas, em duas sessões de gravação em San Antonio, Texas, em Novembro de 1936 e em Dallas, Texas, em Junho de 1937. Treze músicas foram gravadas duas vezes. Suas músicas continuam sendo interpretadas e adaptadas por diversos artistas, como Eric Clapton, The Rolling Stones, The Blues Brothers, Red Hot Chili Peppers e The White Stripes.
Em 1938 durante uma apresentação no bar "Tree Forks" Johnson bebeu whisky envenenado com estricnina, supostamente preparado pelo dono do bar, o qual estava enciumado por Jonhson ter flertado com sua mulher. Sonny Boy Williamson que estava tocando junto com Jonhson, o havia alertado sobre o whisky, porém este não lhe deu atenção. Johnson se recuperou do envenenamento, mas contraiu pneumonia e morreu 3 dias depois, em 16 de Agosto de 1938, em Greenwood, Mississippi. Há várias versões populares para sua morte: que haveria morrido envenenado pelo whisky, que haveria morrido de sífilis e que havia sido assassinado com arma de fogo. Seu certificado de óbito cita apenas "No Doctor" (Sem Médico) como causa da morte.
Outro mito popular recorrente sugere que Johnson vendeu sua alma ao diabo na encruzilhada das rodovias 61 e 49 em Clarksdale, Mississippi em troca da proeza para tocar guitarra. Este mito foi difundido principalmente por Son House, e ganhou força devido às letras de algumas de suas músicas, como "Crossroads Blues", "Me And The Devil Blues" e "Hellhound On My Trail". O mito também é descrito no filme de 1986 Crossroads e no episódio 8, da segunda temporada da série Supernatural.
Influência
Johnson é freqüentemente citado como "o maior cantor de blues de todos os tempos", ou mesmo como o mais importante músico do Século XX, mas muitos ouvintes se desapontam ao conhecer o seu trabalho, pois o estilo peculiar do Delta Blues e o padrão técnico das gravações de sua época estão muito distantes dos padrões estéticos e técnicos atuais.
Embora Johnson certamente não tenha inventado o blues, que já vinha sendo gravado 15 anos antes de suas gravações, seu trabalho modificou o estilo de execução, empregando mais técnica, riffs mais elaborados e maior ênfase no uso das cordas graves para criar um ritmo regular. Suas principais influências foram Son House, Leroy Carr, Kokomo Arnold e Peetie Wheatstraw. Johnson tocou com o jovem Howlin' Wolf e Sonny Boy Williamson (que afirma ter estado presente no dia do envenenamento de Johnson e ter alertado Johnson sobre a garrafa de whisky). Johnson influenciou Elmore James e Muddy Waters, e o blues elétrico de Chicago na década de 1950 foi criado em torno do estilo de Johnson. Há uma linha direta de influência entre a obra de Johnson e o Rock and roll que se tornaria popular no pós-guerra.
Em 1999 o grupo The White Stripes lançou no seu álbum de estréia homônimo uma canção de Johnson; Stop Breaking Down.
Nos videos acima, Eric Clapton interpreta "Crossroads" e os Stones "Love in Vain" de Robert Jonhson.
Johnson nasceu em Hazlehurst, Mississippi. Sua data de nascimento oficialmente aceita (1911) provavelmente está errada. Registros existentes (documentos escolares, certidões de casamento e certidão de óbito) sugerem diferentes datas entre 1909 e 1912, embora nenhum contenha a data de 1911.
Robert Johnson gravou apenas 29 músicas em um total de 41 faixas, em duas sessões de gravação em San Antonio, Texas, em Novembro de 1936 e em Dallas, Texas, em Junho de 1937. Treze músicas foram gravadas duas vezes. Suas músicas continuam sendo interpretadas e adaptadas por diversos artistas, como Eric Clapton, The Rolling Stones, The Blues Brothers, Red Hot Chili Peppers e The White Stripes.
Em 1938 durante uma apresentação no bar "Tree Forks" Johnson bebeu whisky envenenado com estricnina, supostamente preparado pelo dono do bar, o qual estava enciumado por Jonhson ter flertado com sua mulher. Sonny Boy Williamson que estava tocando junto com Jonhson, o havia alertado sobre o whisky, porém este não lhe deu atenção. Johnson se recuperou do envenenamento, mas contraiu pneumonia e morreu 3 dias depois, em 16 de Agosto de 1938, em Greenwood, Mississippi. Há várias versões populares para sua morte: que haveria morrido envenenado pelo whisky, que haveria morrido de sífilis e que havia sido assassinado com arma de fogo. Seu certificado de óbito cita apenas "No Doctor" (Sem Médico) como causa da morte.
Outro mito popular recorrente sugere que Johnson vendeu sua alma ao diabo na encruzilhada das rodovias 61 e 49 em Clarksdale, Mississippi em troca da proeza para tocar guitarra. Este mito foi difundido principalmente por Son House, e ganhou força devido às letras de algumas de suas músicas, como "Crossroads Blues", "Me And The Devil Blues" e "Hellhound On My Trail". O mito também é descrito no filme de 1986 Crossroads e no episódio 8, da segunda temporada da série Supernatural.
Influência
Johnson é freqüentemente citado como "o maior cantor de blues de todos os tempos", ou mesmo como o mais importante músico do Século XX, mas muitos ouvintes se desapontam ao conhecer o seu trabalho, pois o estilo peculiar do Delta Blues e o padrão técnico das gravações de sua época estão muito distantes dos padrões estéticos e técnicos atuais.
Embora Johnson certamente não tenha inventado o blues, que já vinha sendo gravado 15 anos antes de suas gravações, seu trabalho modificou o estilo de execução, empregando mais técnica, riffs mais elaborados e maior ênfase no uso das cordas graves para criar um ritmo regular. Suas principais influências foram Son House, Leroy Carr, Kokomo Arnold e Peetie Wheatstraw. Johnson tocou com o jovem Howlin' Wolf e Sonny Boy Williamson (que afirma ter estado presente no dia do envenenamento de Johnson e ter alertado Johnson sobre a garrafa de whisky). Johnson influenciou Elmore James e Muddy Waters, e o blues elétrico de Chicago na década de 1950 foi criado em torno do estilo de Johnson. Há uma linha direta de influência entre a obra de Johnson e o Rock and roll que se tornaria popular no pós-guerra.
Em 1999 o grupo The White Stripes lançou no seu álbum de estréia homônimo uma canção de Johnson; Stop Breaking Down.
Nos videos acima, Eric Clapton interpreta "Crossroads" e os Stones "Love in Vain" de Robert Jonhson.
O melhor dos poemas sobre o Amor
Ainda que eu falasse as línguas dos homens e dos anjos, e não tivesse Amor, seria como o metal que soa ou como o sino que tine. E ainda que tivesse o dom da profecia, e conhecesse todos os mistérios e toda a ciência, e ainda que tivesse toda a fé, de maneira tal que transportasse os montes, e não tivesse Amor, nada seria. E ainda que distribuísse toda a minha fortuna para sustento dos pobres, e ainda que entregasse o meu corpo para ser queimado, se não tivesse Amor, nada disso me aproveitaria. O Amor é paciente, é benigno; o Amor não é invejoso, não trata com leviandade, não se ensoberbece, não se porta com indecência, não busca os seus interesses, não se irrita, não suspeita mal, não folga com a injustiça, mas folga com a verdade. Tudo tolera, tudo crê, tudo espera, tudo suporta. O Amor nunca falha. Havendo profecias, serão aniquiladas; havendo línguas, cessarão; havendo ciência, desaparecerá; porque, em parte conhecemos, e em parte profetizamos; mas quando vier o que é perfeito, então o que o é em parte será aniquilado. Quando eu era menino, falava como menino, sentia como menino, discorria como menino, mas, logo que cheguei a ser homem, acabei com as coisas de menino. Porque agora vemos por espelho em enigma, mas então veremos face a face; agora conheço em parte, mas então conhecerei como também sou conhecido. Agora, pois, permanecem a fé, a esperança e o amor, estes três; mas o maior destes é o Amor.
Paulo de Tarso I Coríntios - Capítulo 13.
Paulo de Tarso I Coríntios - Capítulo 13.
segunda-feira, 29 de março de 2010
Florbela Espanca
Cantigas leva-as o vento...
A lembrança dos teus beijos
Inda na minh´alma existe,
Como um perfume perdido,
Nas folhas de um livro triste.
Perfume tão esquisito
E de tal suavidade,
E mesmo desaparecido
Revive numa saudade!
Florbela Espanca
01/01/1916
A lembrança dos teus beijos
Inda na minh´alma existe,
Como um perfume perdido,
Nas folhas de um livro triste.
Perfume tão esquisito
E de tal suavidade,
E mesmo desaparecido
Revive numa saudade!
Florbela Espanca
01/01/1916
Pra ver futebol, tem que ver a novela global antes...
Leiam o que escreveu o cordelista H. Cesar Pinheiro.
Poderosa e também bastante rica,
A família Marinho, do Brasil,
Fez, que no hino se diz varonil,
Um país onde a lei dela se aplica.
Nossa hora pra dormir especifica
Pois assim é que ficou estipulado
Tudo na TV já foi programado
Nem que haja um grande quiproquó
Jogo de Futebol começa só
Se a novela tiver já terminado.
Não importa se findo na madrugada
Se não há segurança nem transporte
Para quem vai à praça de esporte
A pé volta pra casa, na calada
E bem cedo vai para outra jornada
Sem dormir e bastante enfadado
Pois do jogo chegou tarde, cansado.
Torcedor que vai lá pro cafundó.
Jogo de Futebol começa só
Se a novela tiver já terminado.
Com poder e bastante persuasão
O horário muda a seu bel prazer
Antes quando não havia a TV
Próprio povo fazia programação
Futebol vivia sem televisão.
Bem melhor, mais bonito, bem jogado,
Rivelino, Pelé muito endiabrado.
Hoje com perna de pau que dá dó
Jogo de Futebol começa só
Se a novela tiver já terminado.
Desrespeito com o povo é geral.
Não só com quem vai ver o futebol
Povo devia era tem semancol
Boicotar todo o programa global
Do tal Big Brother à Zorra Total
Que o Ibope deles fique zerado
E o povo passe a ser respeitado
Boicotar sem ter pena e nem dó
Jogo de Futebol começa só
Se a novela tiver já terminado.
Até nos jogos fora do Brasil
As novelas da Globo marcam a hora
Determinam o horário que vigora
País da Rede virou um covil
Isso no mundo nunca ninguém viu.
Mas se um projeto for aprovado
Pela Câmara e pelo Senado
Sancionado por nosso faraó
Jogo de Futebol será melhor
Se à Globo não for mais atrelado.
A São Paulo dou os meus parabéns
Por aprovar lei com destemor
Os edis foram do povo a favor.
Depois do jogo usa os trens
Pode voltar pra casa bem.
À meia noite o jogo foi acabado
E o projeto há de ser sancionado
Se o horário vier a ser um só
Jogo de Futebol será melhor
Se à Globo não for mais atrelado.
HENRIQUE CÉSAR PINHEIRO
FORTALEZA, MARÇO/2010.
Poderosa e também bastante rica,
A família Marinho, do Brasil,
Fez, que no hino se diz varonil,
Um país onde a lei dela se aplica.
Nossa hora pra dormir especifica
Pois assim é que ficou estipulado
Tudo na TV já foi programado
Nem que haja um grande quiproquó
Jogo de Futebol começa só
Se a novela tiver já terminado.
Não importa se findo na madrugada
Se não há segurança nem transporte
Para quem vai à praça de esporte
A pé volta pra casa, na calada
E bem cedo vai para outra jornada
Sem dormir e bastante enfadado
Pois do jogo chegou tarde, cansado.
Torcedor que vai lá pro cafundó.
Jogo de Futebol começa só
Se a novela tiver já terminado.
Com poder e bastante persuasão
O horário muda a seu bel prazer
Antes quando não havia a TV
Próprio povo fazia programação
Futebol vivia sem televisão.
Bem melhor, mais bonito, bem jogado,
Rivelino, Pelé muito endiabrado.
Hoje com perna de pau que dá dó
Jogo de Futebol começa só
Se a novela tiver já terminado.
Desrespeito com o povo é geral.
Não só com quem vai ver o futebol
Povo devia era tem semancol
Boicotar todo o programa global
Do tal Big Brother à Zorra Total
Que o Ibope deles fique zerado
E o povo passe a ser respeitado
Boicotar sem ter pena e nem dó
Jogo de Futebol começa só
Se a novela tiver já terminado.
Até nos jogos fora do Brasil
As novelas da Globo marcam a hora
Determinam o horário que vigora
País da Rede virou um covil
Isso no mundo nunca ninguém viu.
Mas se um projeto for aprovado
Pela Câmara e pelo Senado
Sancionado por nosso faraó
Jogo de Futebol será melhor
Se à Globo não for mais atrelado.
A São Paulo dou os meus parabéns
Por aprovar lei com destemor
Os edis foram do povo a favor.
Depois do jogo usa os trens
Pode voltar pra casa bem.
À meia noite o jogo foi acabado
E o projeto há de ser sancionado
Se o horário vier a ser um só
Jogo de Futebol será melhor
Se à Globo não for mais atrelado.
HENRIQUE CÉSAR PINHEIRO
FORTALEZA, MARÇO/2010.
sábado, 6 de março de 2010
Cearense cidadão do mundo - Jacques Klein
De Aracati-Ce para o mundo.
Veja abaixo matéria publicada no Jornal O Globo em 11/10/2009:
Morto precocemente em 1982, pianista cearense Jacques Klein é lembrado em concurso
Imagine um excelente pianista, do tipo que é referência mundial, tocando com as maiores orquestras do planeta. Dê a ele bom humor, gênio impulsivo e, de quebra, um talento especial para se comunicar com plateias das mais esnobes às mais simplórias. Hoje pode ser difícil imaginar, mas o produto dessa mistura existiu, sim, veio de Aracati, no Ceará, e se chamava Jacques Klein.
Consumido por um câncer quando ainda estava no auge da carreira, aos 52 anos, Klein era um tipo raro de músico clássico. Era popular. Amava interpretar Beethoven, Mozart e Chopin. Mas também compôs com Dorival Caymmi, teve um grupo de jazz e aparecia com tanta naturalidade na TV que chegava a dar autógrafo na rua.
Morreu em 1982, mas parece que foi há séculos. Deixou quase nada gravado, e, saindo do circuito da música clássica, seu nome é pouco conhecido entre os mais jovens. Daí que ele foi escolhido para ser o homenageado do primeiro Concurso Internacional BNDES de Piano, que acontece esta semana, na Sala Cecília Meireles, reunindo 20 jovens pianistas brasileiros e estrangeiros, pré-selecionados entre 34 inscritos. Há mais de 50 anos não havia concurso dessas proporções por aqui.
Um pouco mais sobre Jacques Klein:
Texto de Luis Reis (revisado por Alberto de Oliveira).
Nasceu em Aracati - Ce, no dia 10 de julho de 1930, filho de Alberto Jacques Klein, comerciante, e Gasparina Campello Klein.
Faleceu em 23 de outubro de 1982, aos 52 anos, vítima de câncer, no Rio de Janeiro.
Sua vocação musical se manifestou muito cedo.
Era um garoto dotado de um esplêndido "ouvido musical", destacando-se nas aulas de música e mostrando um apurado gosto nessa área.
Até os 18 anos, Jacques dedicou-se ao estudo do jazz, tendo inclusive feito algumas gravações desse estilo musical em disco de 78 rpm.
No ano de 1949, foi para os Estados unidos com a firme intenção de estudar música clássica. O seu primeiro contato profissional aconteceu com o legendário músico norte americano Art Tatum, que, impressionado ao vê-lo tocar jazz em Nova Yorque, fez-lhe o convite para tocar como profissional em sua banda. Jacques manteve-se firme na sua decisão de estudar clássico e não aceitou o convite do músico famoso. Antes, ainda no Brasil, chegou a prestar exame vestibular para Direito, na PUC, obtendo o 5° lugar, mas optou por seguir os caminhos da música, atraído pelos maviosos acordes do piano. Durante um certo tempo, alimentou a idéia de se dedicar à diplomacia, carreira que encantava a família, mas seus rápidos progressos no estudo musical o fizeram desistir dessa idéia. Seu grande momento internacional aconteceu em 1953, em Genebra, na Suiça, quando conquistou, com méritos, o 1° lugar no Concurso Internacional para Pianistas. Na época, era esse o mais importante concurso em todo o mundo e, depois de muitos anos, um pianista veio a conquistar o primeiro luar na competição. Nos anos anteriores, não havia sido conferido o primeiro lugar a nenhum concorrente. O melhor ficava com a 2a colocação, de acordo com o julgamento dos juízes do concurso. A partir dessa conquista, sua carreira na Europa tomou rumos de grande sucesso. Era um pianista admirado em todo o velho Continente e, em Viena, na Áustria, terra de grandes músicos, Jacques Klein chegou a ser comparado a Horowitz e Rubinstein, na época, os grandes nomes da música clássica. Suas apresentações eram concorridíssimas, grande público se aglomerava à porta das casas onde se apresentava na Europa e rendia homenagens ao músico aracatiense e inúmeras foram as condecorações a ele conferidas. O Governo inglês, por exemplo, outorgou-lhe a medalha Harriet Cohen, uma das maiores comendas daquele país. Quando de sua estréia nos Estados unidos, em 1959, a crítica o considerou como um dos maiores pianistas "não só de sua geração, mas também da geração que o precedeu. Na ocasião, Jacques Klein foi considerado superior a Emil Gilels e Van Cliburn, este último um ídolo americano porque vencera o concurso de Moscou. Jacques Klein foi solista das mais importantes orquestras mundiais e realizou importantes ciclos de concertos, como o das 32 sonatas para piano de Beethoven. Durante alguns anos, participou da direção da Orquestra Sinfônica Brasileira e ocupou o cargo de Diretor da Sala Cecília Meireles, no Rio de Janeiro, onde realizou uma administração exemplar. Foi também excelente músico de câmara, tendo tocado inúmeras vezes no Brasil e na Europa com o grande violonista italiano Salvatore Accardo. Jacques Klein destacou-se ainda como professor, dando enorme contribuição para a formação de famosos pianistas, como Nelson Freire, Arnaldo Cohen, Luiz Fernando Benedini, José Henrique, Edson Elias, Sônia Goulart e João Carlos Assis Brasil, entre tantos outros. Em seus últimos anos de vida, incansável e sempre otimista, alternava períodos de internação hospitalar com sérios concertos e recitais. Um mês antes de sua morte, ainda reuniu forças para ser solista, no Rio de Janeiro, da Orquestra de Câmara de Moscou. O maior nome da expressão musical pianística clássica brasileira na Europa.
Veja abaixo matéria publicada no Jornal O Globo em 11/10/2009:
Morto precocemente em 1982, pianista cearense Jacques Klein é lembrado em concurso
Imagine um excelente pianista, do tipo que é referência mundial, tocando com as maiores orquestras do planeta. Dê a ele bom humor, gênio impulsivo e, de quebra, um talento especial para se comunicar com plateias das mais esnobes às mais simplórias. Hoje pode ser difícil imaginar, mas o produto dessa mistura existiu, sim, veio de Aracati, no Ceará, e se chamava Jacques Klein.
Consumido por um câncer quando ainda estava no auge da carreira, aos 52 anos, Klein era um tipo raro de músico clássico. Era popular. Amava interpretar Beethoven, Mozart e Chopin. Mas também compôs com Dorival Caymmi, teve um grupo de jazz e aparecia com tanta naturalidade na TV que chegava a dar autógrafo na rua.
Morreu em 1982, mas parece que foi há séculos. Deixou quase nada gravado, e, saindo do circuito da música clássica, seu nome é pouco conhecido entre os mais jovens. Daí que ele foi escolhido para ser o homenageado do primeiro Concurso Internacional BNDES de Piano, que acontece esta semana, na Sala Cecília Meireles, reunindo 20 jovens pianistas brasileiros e estrangeiros, pré-selecionados entre 34 inscritos. Há mais de 50 anos não havia concurso dessas proporções por aqui.
Um pouco mais sobre Jacques Klein:
Texto de Luis Reis (revisado por Alberto de Oliveira).
Nasceu em Aracati - Ce, no dia 10 de julho de 1930, filho de Alberto Jacques Klein, comerciante, e Gasparina Campello Klein.
Faleceu em 23 de outubro de 1982, aos 52 anos, vítima de câncer, no Rio de Janeiro.
Sua vocação musical se manifestou muito cedo.
Era um garoto dotado de um esplêndido "ouvido musical", destacando-se nas aulas de música e mostrando um apurado gosto nessa área.
Até os 18 anos, Jacques dedicou-se ao estudo do jazz, tendo inclusive feito algumas gravações desse estilo musical em disco de 78 rpm.
No ano de 1949, foi para os Estados unidos com a firme intenção de estudar música clássica. O seu primeiro contato profissional aconteceu com o legendário músico norte americano Art Tatum, que, impressionado ao vê-lo tocar jazz em Nova Yorque, fez-lhe o convite para tocar como profissional em sua banda. Jacques manteve-se firme na sua decisão de estudar clássico e não aceitou o convite do músico famoso. Antes, ainda no Brasil, chegou a prestar exame vestibular para Direito, na PUC, obtendo o 5° lugar, mas optou por seguir os caminhos da música, atraído pelos maviosos acordes do piano. Durante um certo tempo, alimentou a idéia de se dedicar à diplomacia, carreira que encantava a família, mas seus rápidos progressos no estudo musical o fizeram desistir dessa idéia. Seu grande momento internacional aconteceu em 1953, em Genebra, na Suiça, quando conquistou, com méritos, o 1° lugar no Concurso Internacional para Pianistas. Na época, era esse o mais importante concurso em todo o mundo e, depois de muitos anos, um pianista veio a conquistar o primeiro luar na competição. Nos anos anteriores, não havia sido conferido o primeiro lugar a nenhum concorrente. O melhor ficava com a 2a colocação, de acordo com o julgamento dos juízes do concurso. A partir dessa conquista, sua carreira na Europa tomou rumos de grande sucesso. Era um pianista admirado em todo o velho Continente e, em Viena, na Áustria, terra de grandes músicos, Jacques Klein chegou a ser comparado a Horowitz e Rubinstein, na época, os grandes nomes da música clássica. Suas apresentações eram concorridíssimas, grande público se aglomerava à porta das casas onde se apresentava na Europa e rendia homenagens ao músico aracatiense e inúmeras foram as condecorações a ele conferidas. O Governo inglês, por exemplo, outorgou-lhe a medalha Harriet Cohen, uma das maiores comendas daquele país. Quando de sua estréia nos Estados unidos, em 1959, a crítica o considerou como um dos maiores pianistas "não só de sua geração, mas também da geração que o precedeu. Na ocasião, Jacques Klein foi considerado superior a Emil Gilels e Van Cliburn, este último um ídolo americano porque vencera o concurso de Moscou. Jacques Klein foi solista das mais importantes orquestras mundiais e realizou importantes ciclos de concertos, como o das 32 sonatas para piano de Beethoven. Durante alguns anos, participou da direção da Orquestra Sinfônica Brasileira e ocupou o cargo de Diretor da Sala Cecília Meireles, no Rio de Janeiro, onde realizou uma administração exemplar. Foi também excelente músico de câmara, tendo tocado inúmeras vezes no Brasil e na Europa com o grande violonista italiano Salvatore Accardo. Jacques Klein destacou-se ainda como professor, dando enorme contribuição para a formação de famosos pianistas, como Nelson Freire, Arnaldo Cohen, Luiz Fernando Benedini, José Henrique, Edson Elias, Sônia Goulart e João Carlos Assis Brasil, entre tantos outros. Em seus últimos anos de vida, incansável e sempre otimista, alternava períodos de internação hospitalar com sérios concertos e recitais. Um mês antes de sua morte, ainda reuniu forças para ser solista, no Rio de Janeiro, da Orquestra de Câmara de Moscou. O maior nome da expressão musical pianística clássica brasileira na Europa.
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domingo, 20 de dezembro de 2009
sexta-feira, 18 de dezembro de 2009
Brasil, o emergente!!!
XXXXXXXXX
Temos aqui recentes as vítimas das enchentes em São Paulo, por sinal só em áreas carentes da atenção do poder público, as do bondoso Mobral, as das secas seculares na Irauçuba, as pequenas e numerosas vítimas da lombriga nos torrões nordestinos e mais e mais cuecas lotadas de mazelas diversas.
Nós, agora ditos pomposamente "emergentes" bem que podemos comparar nossas próprias vítimas com as dos paises "pobres" a quem, diante dos "ricos", prometemos aporte de recursos para ajudá-los a se desenvover.
!?!?!?
Há um ditado irauçubense que diz: "farinha pouca, meu pirão primeiro".
Não é egoismo nem nada não. É que nossas emergentes vítimas morrem de verdade, perdem família, passam fome e frio, o cheiro de bosta lhes ronda os narizes todos os dias e então penso não podermos ostentar um Rei na Barriga diante dos ricos apenas para parecermos loiros de olhos azuis e lhes conquistar falsa companhia.
Tenho um amigo, o Zé Buscapé, que evita sair pra farra com seus amigos ricos e explica sábio e temente à D. Bié: Eles tentarão me fazer gastar o que não tenho!
Bonita essa palavra emergente mas, como todas as outras também bonitas perde para inadimplente. Principalmente quando se está inadimplente com seu próprio povo.
Temos aqui recentes as vítimas das enchentes em São Paulo, por sinal só em áreas carentes da atenção do poder público, as do bondoso Mobral, as das secas seculares na Irauçuba, as pequenas e numerosas vítimas da lombriga nos torrões nordestinos e mais e mais cuecas lotadas de mazelas diversas.
Nós, agora ditos pomposamente "emergentes" bem que podemos comparar nossas próprias vítimas com as dos paises "pobres" a quem, diante dos "ricos", prometemos aporte de recursos para ajudá-los a se desenvover.
!?!?!?
Há um ditado irauçubense que diz: "farinha pouca, meu pirão primeiro".
Não é egoismo nem nada não. É que nossas emergentes vítimas morrem de verdade, perdem família, passam fome e frio, o cheiro de bosta lhes ronda os narizes todos os dias e então penso não podermos ostentar um Rei na Barriga diante dos ricos apenas para parecermos loiros de olhos azuis e lhes conquistar falsa companhia.
Tenho um amigo, o Zé Buscapé, que evita sair pra farra com seus amigos ricos e explica sábio e temente à D. Bié: Eles tentarão me fazer gastar o que não tenho!
Bonita essa palavra emergente mas, como todas as outras também bonitas perde para inadimplente. Principalmente quando se está inadimplente com seu próprio povo.
quinta-feira, 17 de dezembro de 2009
Niemayer, 102 anos.
Não é o ângulo reto que me atrai, nem a linha reta, dura, inflexível, criada pelo homem. O que me atrai é a curva livre e sensual, a curva que encontro nas montanhas do meu país, no curso sinuoso dos seus rios, nas ondas do mar, no corpo da mulher preferida. De curvas é feito todo o universo, o universo curvo de Einstein.
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quinta-feira, 10 de dezembro de 2009
Angelim, melhor zagueiro do Brasil.
A história de Ronaldo Angelim ou simplesmente Angelim seria a mesma de muitos garotos que, com suas famílias partiram do Nordeste em busca de melhores condições de vida. No entanto, a história do zagueiro começa a diferir das demais a partir do momento em que sua família decide regressar de São Paulo para o seu estado de origem.
Ronaldo Angelim cresceu e criou-se no Ceará. Lá, o ainda jovem e talentoso jogador conciliava os treinos no modesto Icasa com atividades que visavam ajudar o sustento da sua humilde família. Dentre outros afazeres, Ronaldo Angelim cavava poços artesianos e trabalhava como agricultor.
No clube de Juazeiro do Norte, o zagueiro esteve desde 1996 até 1999, quando aquele clube passou por um dos momentos mais delicados da sua história, tendo inclusive que mudar seu nome para fugir de dívidas que poderiam decretar sua falência.
Em 1999 Angelim chegou ao Ceará, tradicional clube da capital cearense. Suas boas atuações promoveram um retorno do atleta às terras paulistas. Em 2000, o Ituano vislumbrou em Angelim o xerife que faltava para comandar a zaga da equipe que disputaria a Terceira Divisão do Campeonato Brasileiro daquele ano.
Com poucas oportunidades o zagueiro voltou um ano mais tarde para Fortaleza, desta vez para defender o clube homônimo e foi no Fortaleza Esporte Clube que Angelim ganhou projeção.
Conhecido pela habilidade no desarme de atacantes, Angelim conduziu a equipe cearense de volta a primeira divisão do Campeonato Brasileiro de 2005 com um gol salvador a quinze minutos do fim de uma decisiva partida, o que lhe concedeu status de ídolo naquele clube.
Em 2006 foi contratado pelo Flamengo para o início da temporada e ajudou o clube a conquistar a Copa do Brasil.
Estreou no rubro-negro no dia 2 de fevereiro daquele ano na vitória por 4 a 2 sobre o Americano no Maracanã pelo Campeonato Carioca. Neste jogo marcou um de seus muitos gols pelo Flamengo.
Se no ínicio o jogador foi contestado pela torcida e viu as oportunidades se esvaírem, com a chegada de Fábio Luciano, Angelim se firmou na zaga rubro-negra e não mais perdeu a condição de titular, nem mesmo com a chegada de medalhões como o badalado zagueiro Rodrigo e o experiente Leonardo.
Atualmente Ronaldo Angelim é um dos ídolos da torcida rubro-negra e pauta sua carreira pela humildade. Suas atuações costumam ser decisivas e sua disciplina essencial para o baixo número de faltas e melhor desenvolver do limpo futebol que tem sido praticado pelo grande zagueiro.
Em 2009 perdeu o seu companheiro de zaga Fábio Luciano, que se aposentou, e teve uma fase complicada devido a falta de experiência dos seus companheiros de zaga. Mas com a chegada do zagueiro Álvaro reencontrou o seu verdadeiro futebol e foi um dos grandes nomes na campanha do título do Campeonato Brasileiro 2009 ao marcar o gol do título na partida contra o Grêmio.
Fonte: Flapedia.
Quanto custa uma saudade? - H. Cesar Pinheiro
Nossa vida é bem cheia de percalço.
Nunca vivemos sem ter um amor,
Pra dar à nossa vida mais sabor.
Muitas vezes damos passo em falso.
Da ventura estamos no seu encalço.
Ao seu amor sempre se faça presente.
Porque na vida de qualquer um ente
Do amor sempre temos necessidade.
Quer saber quanto custa uma saudade?
Tenha amor, queira bem e viva ausente!
A ausência da pessoa que a gente ama
Muitas vezes dá uma desilusão
Que aperta bem fundo do coração
Que nos queima feito uma grande chama
E o corpo inteiro logo reclama
E nos deixa até bastante doente
Por uma grande falta, iminente.
Se você não conhece esta verdade
Quer saber quanto custa uma saudade?
Tenha amor, queira bem e viva ausente!
Não importa o tipo de amor sentido:
Verdadeiro ou aquele passional
Se somente um belo amor fraternal.
Porém quando a tal flecha do cupido
Nos atinge ficamos aturdidos.
Quem amamos, queremos bem presente,
Pois sua falta quem ama logo sente,
Porque grande dor no seu peito invade.
Quer saber quanto custa uma saudade?
Tenha amor, queira bem e viva ausente!
GLOSA: HENRIQUE CÉSAR PINHEIRO
MOTE: POR DESCONHECIMENTO DEIXO DE PUBLICAR O AUTOR DO MOTE, QUE SE POR ACASO VENHA A LER ESTE CORDEL E QUEIRA QUE SEJA FEITA A REPARAÇÃO, FAVOR CONTATAR COMIGO PELO e-mail:henriquecesarp@gmail.com
FORTALEZA, DEZEMBRO/2009
Nunca vivemos sem ter um amor,
Pra dar à nossa vida mais sabor.
Muitas vezes damos passo em falso.
Da ventura estamos no seu encalço.
Ao seu amor sempre se faça presente.
Porque na vida de qualquer um ente
Do amor sempre temos necessidade.
Quer saber quanto custa uma saudade?
Tenha amor, queira bem e viva ausente!
A ausência da pessoa que a gente ama
Muitas vezes dá uma desilusão
Que aperta bem fundo do coração
Que nos queima feito uma grande chama
E o corpo inteiro logo reclama
E nos deixa até bastante doente
Por uma grande falta, iminente.
Se você não conhece esta verdade
Quer saber quanto custa uma saudade?
Tenha amor, queira bem e viva ausente!
Não importa o tipo de amor sentido:
Verdadeiro ou aquele passional
Se somente um belo amor fraternal.
Porém quando a tal flecha do cupido
Nos atinge ficamos aturdidos.
Quem amamos, queremos bem presente,
Pois sua falta quem ama logo sente,
Porque grande dor no seu peito invade.
Quer saber quanto custa uma saudade?
Tenha amor, queira bem e viva ausente!
GLOSA: HENRIQUE CÉSAR PINHEIRO
MOTE: POR DESCONHECIMENTO DEIXO DE PUBLICAR O AUTOR DO MOTE, QUE SE POR ACASO VENHA A LER ESTE CORDEL E QUEIRA QUE SEJA FEITA A REPARAÇÃO, FAVOR CONTATAR COMIGO PELO e-mail:henriquecesarp@gmail.com
FORTALEZA, DEZEMBRO/2009
quinta-feira, 3 de dezembro de 2009
O blues e o rock branquelos do velho Cream.
Jack Bruce, Ginger Baker e Eric Clapton.
Rollin' and Tumblin' ( Royal Albert Hall, Londres 2005 )
Crossroad ( Royal Albert Hall, Londres 1968 )
Sitting On Top of the World ( Royal Albert Hall, Londres 2005 )
Rollin' and Tumblin' ( Royal Albert Hall, Londres 2005 )
Crossroad ( Royal Albert Hall, Londres 1968 )
Sitting On Top of the World ( Royal Albert Hall, Londres 2005 )
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